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sábado, 6 de maio de 2017

HEBROM: UM SEGREDO A SER CONQUISTADO E TRANSMITIDO

Por Renan Mendes de Sales

HEBROM: UM SEGREDO A SER CONQUISTADO E TRANSMITIDO
“Depois, Josué, e todo o Israel com ele, subiu de Eglom a Hebrom, e pelejaram contra ela... E Josué o abençoou e deu a Calebe, filho de Jefoné, Hebrom em herança” Josué 10:36-37 e Josué 14:13
INTRODUÇÃO
            Josué era um homem notável, que desde jovem valorizou a comunhão. A bíblia diz que ele nunca se apartou do meio da tenda, ele fazia questão da benção e da intimidade com Deus.
            Movido por uma promessa, Josué resolveu lutar por uma terra, Hebrom, que significa “comunhão”.
DESENVOLVIMENTO
            Hebrom era um lugar que Deus queria dar a Josué e o seu povo. Mas Hebrom tinha outras habitantes. Existia um povo ímpio ali. E como Josué era homem de guerra, um valente, ele não se deixou intimidar por qualquer impedimento que o fizesse chegar a Hebrom.
            A palavra diz que ele subiu ali com todo o Israel. A nossa luta não é para ser enfrentada de forma isolada, mas devemos recorrer sempre que necessário ao corpo, pois no corpo alcançamos as nossas maiores vitórias.


            Josué entendeu este mistério e foi vitorioso mais uma vez. O servo de Deus foi chamado para vencer, vencer o mal, vencer o mundo por amor ao seu Deus.
            Aquele exército tomou a cidade e a feriu ao fio da espada, não deixando ninguém com vida, destruindo qualquer resquício do passado.
É assim que devemos lutar pela comunhão. A comunhão precisa ser tratada como um presente dado por Deus ao seu povo. A comunhão, a intimidade com Deus não é um benefício para o mundo, mas para a igreja.
            Devemos lutar contra tudo que possa impedir nossa comunhão com o Senhor e com os irmãos, pois a comunhão é o combustível que nos leva para perto de Deus. As distrações precisam ser vencidas, as preocupações com as coisas lá de fora precisam ser vencidas, nossas reservas e mazelas precisam ser vencidas.
A comunhão serve para abrir a porta da graça. É necessário vir com a espada e cortar todo o mal pela raiz, ou seja, a palavra de Deus precisa estar viva em nós para ser capaz de romper com todo o mal que tenta impedir nossa comunhão.
            Há uma batalha espiritual que não deve ser ignorada. Enquanto estamos aqui neste lugar santo prestando um culto ao Senhor há uma batalha sendo travada num plano espiritual para tentar impedir essa comunhão.
CONCLUSÃO
            Se nós alcançamos essa comunhão vamos encontrar muita riqueza, riqueza tal que pode ser compartilhada com outras pessoas. A mulher samaritana bebeu da água da vida e a benção foi tanta que ela foi testemunhar dizendo: “Vinde e vede um homem que me disse tudo quanto tenho feito; porventura, não é este o Cristo?”.
            Josué tomou posse de Hebrom e a transmitiu a Calebe. Nós precisamos ser tão cheios do Espírito Santo e de sua comunhão a ponto de querer transmitir essa herança às pessoas.
            A comunhão, a intimidade com o Senhor é algo tão grandioso que não dá pra ser desfrutado sozinho, mas deve ser compartilhado. Essa comunhão é contagiante, ela sobe, ela transcende, ela ultrapassa este plano terreno e faz experimentar os mistérios da eternidade.

Renan Mendes de Sales

ICM Lourdes – João Monlevade/MG

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