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sábado, 25 de março de 2017

A QUINTA E A QUARTA MEDIDA EM ADÃO E EVA

A QUINTA E A QUARTA MEDIDA EM ADÃO E EVAO Jardim (2.8-14)

Deus criou todas as coisas, no princípio Ele fez tudo do nada, os dois primeiros capítulos de Gênesis descreve o que há de bom no mundo, pois viu Deus que era bom tudo o que criara.
Deus criou um jardim e nele colocou o homem, a Septuaginta usa a palavra “paraíso” no lugar de Jardim, Édem significa “prazer ou delícia” e fica evidente que tal Jardim era um paraíso para homem usufruir de delícias e prazeres.
O homem tinha tudo o que precisava, o jardim era belo, o verde era vibrante, a água era boa, tudo era bom como Deus dissera no final de cada dia da criação. Nesse paraíso o homem tinha comunhão com Deus e desfrutava da bênção de estar vivendo na luz mencionada em GN 1.3 a qual chamamos de um ambiente eterno, redentor, conhecido como a 5º medida; nesse Jardim maravilhoso o homem tinha paz e plena alegria.




A ORDEM DE DEUS (2.17)

Deus alertou o homem e o deu uma ordem que o preservaria em vida, em comunhão com Ele nesse ambiente chamado de paraíso, tal ordem era simples, o homem não poderia comer do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal pois no dia que comesse receberia a consequência de morte física e espiritual.

O PECADO (3.6)

A Palavra diz que a serpente era a mais astuta de todas as alimárias e logo iniciou um diálogo com Eva, sendo astuta ela sabia muito bem como falar com o homem. A serpente veio com seu engano dizendo que Deus os proibira de algo de seu direito, que Deus estava privando-os de serem iguais a Deus, conhecendo o bem e o mal; segundo a serpente, se comessem poderiam se tornar independentes de Deus, poderiam fazer o que quisessem.
Eva logo notou que aquela “árvore era boa para se comer” e sua fome física foi estimulada (1). Assim também é hoje, a serpente nos oferece o alimento para essa vida, enquanto Deus nos dá do pão da vida, da água da vida a serpente nos apresenta o pão da padaria e a água dessa vida. Louvores a Deus porque sabemos que “nem só de pão viverá o homem mas sim de toda a Palavra de Deus” que garantiria vida ao homem como vemos no Cap. 2 vs 1, porém o homem resolveu ouvir e se alimentar da palavra da serpente.
Eva também viu que a “árvore era agradável aos olhos” despertando o apetite estético da mulher (2). Assim é hoje também, a serpente nos faz enxergar o que Deus proibiu como algo agradável aos olhos, bonito de se fazer, é assim, com sua astúcia que a serpente vem, mostrando aos jovens que “ficar” é algo agradável e bonito, mostrando que “falar palavras feias” é algo que tudo mundo pratica e é legal entrar na onda. Etc. Porém, mesmo que seja algo bonito aos olhos, agradável de se fazer, temos de ensinar aos nossos jovens e adultos que o pecado leva o homem em direção a morte.
Eva também viu que era “árvore desejável para dar entendimento” e logo o seu desejo de poder e saber fora atiçado (3). Assim também é hoje, a serpente quer nos apresentar conhecimento e saber racional, tudo para nos afastar dos mistérios de Deus que são “ocultados aos sábios e entendidos e apresentados aos pequeninos.”
A serpente usou de três facetas para que o homem entrasse no caminho da morte, porém, nosso Deus soberano também irá usar do número três para levar o homem novamente ao caminho da vida, sejam a Eleição, o Chamado e a Santificação.

O HOMEM CAI DA 5º PARA A 4º MEDIDA (3.17)

Quando o homem escolhe valorizar a palavra da serpente e rejeitar a palavra de Deus que contém vida ele entra na 4º medida (razão) saindo daquele ambiente de luz que Deus lhe dera (5º medida ou revelação). Por conta do pecado logo conheceram que estavam nus, ou seja, desprovidos (quando o homem escolhe a razão e deixa de lado a revelação ele conhece que sem Deus ele não tem provisão alguma, porém mesmo sendo pó, na presença de Deus ele está provido de bênçãos).
Cheios de razão (4º medida) procuraram se prover de forma de racional, colheram de folhas de figueira e fizeram aventais; mas o plano racional não é duradouro, ele não supre o homem, as folhas logo secariam e estariam nus novamente (o homem na razão pode até achar que seus recursos próprios são suficientes, porém é algo passageiro e frágil). Temos de entender que na 4º medida nenhuma de nossas tentativas irá nos garantir provisão como Deus tem a nos oferecer.

O PECADO SEPARA O HOMEM DE DEUS (3)

Deus vinha passeando pelo jardim (ou paraíso) e logo o homem percebeu, fugiu da face de Deus para atrás de algumas árvores (não adianta nos escondermos de Deus, mesmo que nossos argumentos para estarmos longe dEle pareçam fortes, grandes e firmes. Não temos desculpas para fugir da face do nosso Deus e não há argumento que justifique isso).
A INTIMAÇÃO (3.9)

Deus abre sua boca, e a Palavra poderosa é exposta, “E disse o Senhor Deus: Adão, onde estás?”
A voz do Senhor leva o homem a sair de trás de seus argumentos, forçando-o a se justificar e confessar seus erros; a voz do Senhor gera temor na vida do homem. Um dia Deus irá chamar a cada um pelo nome, nós teremos de dar conta de onde andávamos, de onde estávamos, do porquê de agirmos assim, nesse dia seremos sinceros com Deus, não estaremos mais nos justificando com argumentos dessa vida para fugir da face de Deus.

DEUS PERDOA A CULPA DO HOMEM (3.21)

No Cap. 3 vemos tudo o que há de mal no mundo, porém o Senhor mostra a graça dEle, a misericórdia dEle, o amor dEle. Deus sacrifica um animal, um inocente, uma criatura que não tinha nada a ver com o pecado do homem; o sangue de um inocente fora derramado, para trazer provisão a vida do homem. Agora vemos a diferença do plano da 4º medida (que é frágil e passageiro) do plano da 5º medida (que é forte e duradouro). Graças ao inocente de Deus recebemos vestes de salvação.

CONCLUSÃO

O pecado faz o homem sair da 5º medida colocando-o na 4º medida, logo ficando desprovido da bênção de Deus. Porém, se nós formos sinceros com Deus, se nos arrependermos de nossos erros, pela graça seremos purificados com o sangue do inocente de Deus. Que Deus nos abençoe mais e mais. Amém!



OBREIRO
Rodrigo H. C. Oliveira icm Minas Gerais

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