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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

LOUVOR REVELADO ( ESTUDO DO MAANAIM de 01 de Março de 1997)

ENCONTRO DE INSTRUMENTISTAS
E GRUPOS DE LOUVOR
01 de Março de 1997

1ª REUNIÃO – Salmo 137: 1- 4 (Pr. Antonio Carlos)
Os instrumentistas e membros de Grupos de Louvor precisam ter sensibilidade ao Espírito de Deus, e precisam ser, para isso, servos espirituais. A pessoa que não tem uma experiência com o Senhor Jesus, canta em terra estranha, como os israelitas que estavam cativos em Babilônia.




 2ª REUNIÃO – Apocalipse 16: 7 (Pr. Gedelti)
     O Senhor deseja, este ano, um lugar especial para o louvor na igreja. O Senhor tem demonstrado isso já a algum tempo, mas nós não nos conscientizamos disso ainda. O Senhor deseja dar essa consciência agora, pois o louvor tem um lugar especial dentro da igreja fiel.
O louvor é a expressão do corpo e não de um “grupinho” – que reclama quando o pastor não deixa cantar. O louvor tem uma direção diferente da religião. No passado havia a tendência de tentar empolgar as pessoas com algo produzido pelo homem, e não pelo Espírito Santo.
O Senhor hoje tem nos ensinado a viver uma inspiração dada pelo seu Espírito, porque o propósito do louvor é agradar a Deus. Antigamente havia uma estrutura diferente, voltada para a poesia. Hoje nós temos a revelação e é através dela que o louvor deverá caminhar. Neste contexto, não há lugar para exibicionismo ou individualismo.
O louvor revelado exalta os atos de justiça do Senhor, pois é através deles que Ele opera na vida da igreja. Os atos de justiça são: a salvação, a cura, a libertação, o consolo, a alegria, o livramento, etc.
O cântico de Apocalipse 16: 7, aponta para isso. Os atos de justiça de Deus são todos para beneficiar o homem. A igreja fiel canta para exaltar os atos de justiça do Senhor e sua dignidade, pois Ele é justo e irrepreensível.
Deus tem uma visão global do corpo, e não uma visão localizada. Muitas vezes estamos louvando os seus atos de justiça pela cura, por exemplo, e Ele dá uma ordem para que em meio aos altos louvores da igreja, uma cura seja realizada em outro lugar.
O louvor quando é feito para satisfazer a carne, programado artisticamente, com divisão de vozes e outros recursos humanos, para agradar a A ou B, não serve para a Obra, pois não exaltam os atos de justiça do Senhor.
Deve haver uma preocupação com as pessoas escolhidas para cantar. O Senhor precisa ser consultado para isso, pois existem aqueles que estão “doentes” e não podem se envolver com algo tão importante.
O louvor inspira o profeta, conduzindo-o a realizar a Obra de acordo com o propósito do Senhor, revelado no louvor. O louvor produz um clima que inspira o profeta a realizar algo que está na mesma direção do louvor cantado. O louvor produz a comunhão necessária para que o Senhor fale. Quando precisamos que o Senhor se revele, começamos a louvar e a cantar, e isso trás a comunhão necessária para isso (exemplo de Elias, Davi, Paulo...).
O louvor emoldura a Palavra, completando perfeitamente aquilo que está sendo pregado. Desta forma não há choque, e a mensagem cantada caminha junto com o que está sendo falado, dando-lhe beleza.
O louvor antecipa aos fiéis a doutrina da Obra, pois ele é profético em muitos casos. Por exemplo: “Aquilo que fui não sou mais... Maranata, Maranata, em breve Jesus voltará...”. A alguns anos atrás o Senhor deu uma revelação sobre “As pragas na vinha”, e aos mesmo tempo revelou um louvor sobre o mesmo assunto em Portugal.
O instrumentista precisa ser sensível e maduro, além de obediente e humilde, para cumprir as orientações do Senhor. O instrumentista que se oprime facilmente não serve para este trabalho.

3ª REUNIÃO – I Tessalonicenses 5: 23 (Pr. José Carlos)

O homem é formado por três partes, e com o espírito ele tem comunhão com Deus. Quando o homem tem uma experiência com o Senhor, ele passa a louva-Lo. Louvar não é cantar a um Deus vaidoso, que quer ser adorado por suas criaturas, e sim estar na presença gloriosa, em comunhão com Ele.
O homem que não tem essa experiência está “chorando junto aos rios de Babilônia”. A música profana fala das tristezas, das misérias e das experiências do homem do mundo.
Há três formas de louvar a Deus: A oração, que é como incenso diante do seu altar. O testemunho, que mostra ao mundo que o Senhor está vivo (vós sois a luz do mundo). O cântico, que é o objeto do estudo que nos está proposto, visando o seu aperfeiçoamento.
A música é a ciência que combina sons para agradar ao ouvido, mas para nós é algo mais. Não há ninguém que não goste de música, pois Deus plantou isso em nós. A música que tem sido gerada pelo Senhor, tem a capacidade de expressar uma mensagem para a eternidade, de forma harmoniosa, e quando isso acontece, as pessoas são atendidas nas suas necessidades. O verdadeiro louvor contém tudo isso, e ele decreta os atos de justiça do Senhor.
Após a passagem do Mar Vermelho, Moisés e o povo de Israel proferiram um cântico de exaltação ao Senhor, por sua Obra e pelo seu Poder.
Em Apocalipse, a Palavra diz que no final os servos do Senhor cantarão um Novo Cântico, o “Cântico de Moisés e do Cordeiro”, que expressam o Poder do Sangue de Jesus e a vitória que nele há.
Assim é o louvor ao Senhor. Não é uma coisa comercial, cheia de contradições aberrações. Não podemos tomar aquilo que não é revelado e levar para o culto profético.
A música profana teve sua origem em Tubal, filho de Caim, que herdou sua natureza e a imprimiu na música que criou.
A verdadeira adoração a Deus é feita através de Jesus, e Deus busca os verdadeiros adoradores.


4ª REUNIÃO – Apocalipse 15: 3 – 5 (Pr. Amadeu)

Os anjos louvam ao Senhor continuamente, por todos os seus atos de justiça. Na eternidade há um movimento muito intenso de anjos que são enviados pelo Senhor, para executar estes atos de justiça em favor da igreja fiel (curas, salvação, livramento, etc.). Nós somos alvo de tudo isso.
Então, a quem cabe o louvor? Deus não espera isso do mundo, e sim dos santos, da igreja fiel que teve uma experiência com Ele. O louvor é para aqueles que foram separados do mundo, por isso o Senhor nos santifica. Deus anela isso desde o princípio (Shirtaev = cântico desejado). Aquele que anda na revelação está separado para a adoração em espírito e em verdade, e Deus busca a tais que assim o adorem.
Nesta hora, Deus espera o louvor da igreja fiel, pois quando ela louva, coisas maravilhosas acontecem.O louvor da igreja fiel é a expressão da alma remida, e os assuntos mencionados no seu louvor, falam de sua experiência com o Senhor, do seu toque, do seu amor, da sua graça e da sua misericórdia. Muitas vezes os anjos cantam juntos com a igreja, e o Senhor mostra isso através dos dons espirituais. O verdadeiro louvor é pura profecia.
Quando a igreja louva, ela fala daquilo que há de mais maravilhoso, e que o Senhor nos deu: A vitória sobre a morte e a ressurreição. Somente a igreja fiel entende o que é a ressurreição, por isso só ela louva de forma agradável ao Senhor.
A igreja manifesta no louvor, a grande profecia da “Volta de Jesus” para arrebata-la. Nosso corpo não é nada diante daquilo que há de se revelar no arrebatamento.
O louvor “Lá no céu os anjos cantam...” é a seqüência do louvor “Viva o Rei”, que o Senhor revelou ao mesmo servo.
Nós não somos os mais importantes, mas o Senhor tem nos falado nesta última hora.


5ª REUNIÃO – II Crônicas 12: 14 (Pr. Sérgio Novo)

Deus tem nos revelado um segredo que mais de 90% dos que se dizem cristãos não conheceram, conhecem ou conhecerão: O louvor revelado.
A partir daí, precisa haver uma mudança na nossa vida, na nossa maneira de louvar, pois o perfeito louvor não sai das cordas vocais e sim do coração definido.
Quando tomamos conhecimento de um segredo do Senhor, a nossa vida precisa se ajustar e tomar outra direção. Todas as vezes que tomamos conhecimento de um fato bíblico, precisamos nos aprofundar nele, pois ali está uma direção para nossa vida e nossa caminhada.
Na eternidade houve um momento de silêncio total, para que o que iria ser anunciado, pudesse ser ouvido por todos: O derramamento do Espírito Santo sobre a igreja. Nós temos recebido tudo que precisamos da parte do Senhor, a Ele pois, toda a glória e todo o louvor.

O texto acima, mostra a forma como devemos louvar ao Senhor:
  • Vestidos de Linho Fino – Em santidade, na comunhão, de acordo com a revelação dada pelo Senhor.
  • Estavam de pé – Agradando do Senhor, realizando sua vontade e sua Obra em obediência à revelação, testemunhando de Jesus.
  • Com uniformidade – Sem variações, sem mudanças, no corpo, da mesma forma e com harmonia.

Nós temos recebido muitos hinos revelados, de modo que não há razão para executar os “enlatados”. Nós precisamos atentar para aquilo que o Senhor está mostrando, e não para o que está sendo “produzido” por quem não tem nenhuma experiência com o Senhor. Também não podemos mudar, nem torcer o que o anjo do Senhor tem nos dado da parte do Pai.
A partir de agora precisa haver em nós uma mudança interior e também exterior, em relação ao louvor. Uma nova consciência precisa nascer em cada um de nós, para que o nosso louvor seja agradável ao Senhor.

6ª REUNIÃO – Apocalipse 15: 3 – 4 (O Louvor no Culto)

Os instrumentistas devem receber imposição de mãos e já estarem louvando antes mesmo do culto começar. Com isso a igreja, à medida que for chegando para o culto, já começará a sentir comunhão.
A má colocação dos louvores pode gerar uma falta de comunhão prejudicial ao culto e àquilo que o Senhor deseja operar. A correta colocação dos louvores, propiciará a operação dos atos de justiça do Senhor.
O louvor era usado como preparo para a batalha em Israel. Na igreja os servos chegam para o culto cheios de problemas e várias perturbações do dia a dia, e há o perigo de muitos tornarem comum a presença do Senhor nas suas vidas. Eles entram na igreja sem reverência, conversando, entrando e saindo para parecer que estão em atividade, etc. A entrada na igreja é o momento da entrega, de preparo para a “batalha”, de comunhão, é o momento em que devemos estar prontos para a operação dos atos do Senhor.
Não podemos admitir estas coisas nas nossas igrejas. Deus está enviando vidas e elas não podem se chocar com a irreverência dos servos. O culto é o arregimentar do corpo na realização da vontade do Senhor, e o louvor tem parte fundamental nisso.
Primeiro a invocação, depois a adoração e por fim o brado de vitória. Quem entra numa batalha não conta vantagens, mas procura se esconder do inimigo. O culto é uma batalha que se trava todos os dias.
O servo que escolhe os louvores, bem como os instrumentistas, precisam ter sensibilidade para colocar os louvores na ordem correta. Durante a mensagem o instrumentista emoldura a Palavra e no final deve estar solando o louvor que a igreja vai cantar.
O louvor é uma expressão de fé, e aponta para o projeto que Deus deseja realizar na vida da igreja. O louvor fala de um Nobre, que se tornou homem e veio morar entre os homens que estavam caídos e em trevas. Ele nasceu em Belém - Casa do Pão - porque é o Pão da Vida.
O louvor fala da posse de um reino que será adquirido através de um favor que este Nobre Homem nos fez. Fala também da expectativa da eternidade.
O louvor fala daqueles que já partiram, dos que sofreram nas cruzes e arenas, e que hoje estão na Glória Eterna. O louvor fala de todos os atos e palavras do Senhor, desde a eternidade até os dias de hoje.

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