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quinta-feira, 14 de julho de 2016

SERVO DEVEDOR

SERVO DEVEDOR
“Assim, pois, irmãos, somos devedores.” (Romanos 8.12)

Como criaturas de Deus, todos somos devedores a Ele. 

Devemos-Lhe obediência de toda nossa alma e de todas as nossas forças. Tendo desobedecido os mandamentos dele, conforme todos o fazemos, somos devedores à sua justiça. Devemos a Deus muito mais do que somos capazes de pagar. Porém, o crente nada deve à justiça de Deus, porque Cristo pagou a dívida que seu povo tinha para com ela. 



Desenvolvimento
Por essa razão, o crente deve amá-Lo cada vez mais. Sou devedor à graça de Deus e à misericórdia perdoadora, mas não sou devedor à justiça dele, visto que Ele nunca me acusará de uma dívida que já foi paga. Cristo disse: “Está consumado!” (João 19.30). Por meio destas palavras, Ele estava afirmando que toda a dívida de seu povo foi removida do seu livro de recordação. Cristo satisfez completamente a justiça de Deus. A conta está liquidada. O escrito de dívida foi pregado na cruz, o recibo foi dado, e não somos mais devedores à justiça de Deus. Mas, assim, por não devermos mais à justiça de nosso Senhor, nos tornamos dez vezes mais devedores do que nos tornaríamos em quaisquer outras circunstâncias.

Crente, pense por um momento. Quão devedor você é para com a soberania de Deus! E muito mais você deve ao amor de Deus! Ele deu o seu próprio Filho, a fim de que morresse por você. Considere o quanto você deve à graça perdoadora de Deus. Mesmo depois de tantas afrontas, Ele o ama tão infinitamente quanto antes. Considere o que você deve ao poder de Deus. Ele o resgatou da morte e do pecado e preserva sua vida espiritual. Considere o quanto Ele já lhe preservou de cair; e como você tem conseguido prosseguir em seu caminho, mesmo tendo milhares de inimigos lhe cercando. Pense sobre o quando você deve à imutabilidade dele. Embora você tenha mudado tantas vezes, Ele nunca mudou. Você está tão profundamente em débito com cada atributo de Deus quanto poderia estar. A Deus você deve tudo o que é e possui. Entregue a si mesmo como “sacrifício vivo”; isso nada mais é que o seu “culto racional” (Romanos 12.1).

CONCLUSÃO
Colocado dessa forma, concordo plenamente.
Temos uma impagável dívida de gratidão. 
Porém, não devemos nada à justiça de Deus, pois "havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz. E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo" (Colossenses 2:14 -15).
Não é falta de humildade da minha parte afirmar que não devemos nada, é o mero reconhecimento que alguém desceu da glória, se fez carne e pagou essa dívida impossível de ser paga por nós (Salmo 49:8).
Sou eternamente grato e me rendo a Ele, o autor e consumador da minha fé.
Não devemos nada a homem algum, mas tudo a Jesus, ao nosso Pai Eterno, criador do Universo e ao Seu Santo Espírito.
Porque dEle, por Ele e para Ele são todas as coisas.



Adriano Arão
Venda Nova do Im/ES

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