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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

DESPOJOS DO EGITO

DESPOJOS DO EGITO
Êxodo-12:35,36 
35 Fizeram, pois, os filhos de Israel conforme a palavra de Moisés, e pediram aos egípcios jóias de prata, e jóias de ouro, e vestidos.
36 E o Senhor deu ao povo graça aos olhos dos egípcios, de modo que estes lhe davam o que pedia; e despojaram aos egípcios

A saída do povo do Egito é uma experiências das mais importantes que nós encontramos na Palavra porque esta é uma experiência voltada para a nossa vida e o dia em que vivemos.


As experiências que tiveram na saída, são as mesmas experiências que nós teremos hoje na nossa saída. É claro que a nossa caminhada esta ali trilhada, pois um dia aceitamos ao Senhor como salvador e deixamos para traz uma serie de coisas que nos escravizavam, nos prendiam enfim o julgo pesado e terrível de Faraó.
Nós agora caminhamos aqui no deserto; e na verdade o Senhor nunca prometeu ao povo que a vida seria fácil, tranqüila e que assim que eles saíssem de lá do Egito, da escravidão já no deserto, ao atravessar o mar vermelho e quem sabe até antes, eles teriam condições excepcionais de vida; tal vez um bom camelo para carrega-los ou outro animal qualquer ou outra coisa que os pudesse carrega-los, e até as benécias do deserto, que o mundo possa oferecer, porém o Senhor nunca lhe ofereceu isto. O Senhor disse que estariam com eles em todo o momento. E você analisa a caminhada do povo, chegam a um ponto em que eles começam a ter saudades da escravidão, e com vontade até de voltar, porque lembram-se de coisas tão estranhas como cebola e outras coisas mais e se lembram do seu tempo de escravidão e de pouquíssimas coisas que o escravo tinha, e tinham saudades daquilo.
A primeira reação à revelação e a vontade do Senhor em determinar que eles esperassem para que o Senhor trouxesse a lei e os mandamento, para que eles pudesse entender verdadeiramente agora pela boca do Senhor, não só pela boca de Moisés, mas pela boca do Senhor falando a eles de como seria o comportamento deles, sobre como o Senhor queria, a primeira reação a isto, eles contrapõe com a idolatria, e a contraposição deles seria naquilo que seria a sua morte. Quando aquele que conhece a revelação, se contrapõe com aquilo que o Senhor mostra com a sua opinião, o seu entendimento e ultrapassa a direção do Senhor ele determina ali a sua morte.
Então aquele povo determinou naquele momento a sua morte. Mas com a intervenção de Moisés na sua súplica pelo povo, ele faz com que aquilo se amenize. Havia da parte de Moisés um inconformismo muito grande com aquela atitude do povo, pois ele achava incabível que alguém que foi tirado da escravidão agora voltasse aos mesmos postulados e até pior. Mas na verdade quem não entende de escravidão não pode entender de liberdade. 
Na escravidão de Faraó era muito simples, ele era dono de tudo, do pessoal, do interior, da mente, do emoção, dos filhos, dos bens, o que comer, o que não comer, tudo era determinado por Faraó; então analisando, a escravidão era fatal, naquele momento ou o israelita era escravo ou era moto, ninguém era livre. Aí você começa a analisar as questões do mundo escravo; na escravidão do Brasil em outros países e no ocidente ela era mais fácil pois tinha alguns que tinham alforria, tinha alguns que viviam na corte, tinha alguns que viviam com os senhores de engenho, enfim alguns tinham uma vida até boa, comiam as comidas da corte, dirigiam as charretes enfim vivam bem.  Mas no Egito não tinha isso, eles não tinham benefício nenhum, cada vez que eles faziam alguma coisa que era contra a vontade de Faraó, ele  aumentava a carga. Faraó dizia: “Agora eu não vou dar mais nada, do zero que eu estava dando, agora eu vou dar dois zero”. Ele era dono das pessoas, das terra, dos sentimentos, do interior, do exterior, de tudo.
Alguém diz que nós somos as mais libertas das criaturas que existe na face da terra, nós temos poder para tudo, hoje você pode colocar o presidente da república, você pode tira-lo, pô-lo de novo, você coloca uma bandeira, estira uma faixa, para o transito, hoje você tem poder por que você é livre, por causa do direito da pessoas elas param a produção, os que iam fazer param os que não iam fazer param também por causa de uma coisa que não existe, direito! As pessoas tem direito a tudo, então você pergunta, como é que esta a sua liberdade? E a pessoa responde: “Eu posso fazer o que eu quiser”. E você começa a fazer uma pesquisa mundial. O que você faz, o que você sente sobre o dia de amanhã? E a resposta é: “Angústia”. O que você pensa sobre o futuro de seus filho? A ansiedade, preocupação. O que você tem com a sua segurança? Eu não tenho segurança. E quando você fala: “e os seus direitos?” Eu não tenho direito, estou lutando por eles mas eu não tenho. E você ouve a seguinte frase – se bem colocadas, se mau colocadas, não estou questionando isto – “Só vai para a prisão quem não tem recursos, os pobres”. E isto são as coisas que você ouve por aí. Mas você pode comprar, vender. E você pergunta assim: “Porque você tem este vício?” É por que se eu deixar eu tenho um angustia tão grande que isto aqui é que vai me livrar de tanta angústia”. Ele não é liberto, ele não gerência a sua vida, tem alguma coisa que gerência o seu interior o seu ânimo, o seu conforto, enfim gerênciam tudo. Outro dizem: “se eu não tiver isto, se eu não amar desta forma não serei feliz” então aquilo gerência a vida dele.
Nós vemos pessoas que quando morre alguém da família, um filho, um pai, e quando isto acontece é uma dor muito forte, uma das mais ou a mais forte e que ninguém tem como explicar isto mas você vê que as pessoas começam a morrer junto ela não tem direito a vida por que ela começa a morrer junto, e que quadro é este? Este é um quadro de escravidão. E você pergunta: “mas a pessoa não tem direito a ficar triste?” Não estamos falando disto o que nós estamos falando é que há um caminho, um sistema que vai levando o homem para a morte. E você pergunta quem é que esta em primeiro lugar? Se aquela pessoa que morreu estiver em primeiro você morre com ela. Isto parece muito duro mas é a verdade, quando Deus está em primeiro lugar na sua vida as coisas acontecem normalmente, as pessoas morrem também as vezes uma esposa, um filho as vezes acontece mas você tem um Senhor que não é um usurpador que não é um sistema da morte mas é o dono da vida e o dono da vida vai lutar com você pela vida, vai lutar para que você se posicione Ele vai lutar com você mostrando que há uma definição eterna para aquele assunto. E as perguntas surgem: Porque a criança morre, porque há o câncer, e as perguntas são muitas, mas na verdade Deus tem um projeto para todas as coisas e há uma explicação para tudo.  E quantas pessoas que nós vimos a muito e o Senhor chamou e logo nós ficamos sabendo o porque. Não foi porque você errou certamente que não, não foi porque você não veio ao culto ontem à noite, Deus não mata ninguém por causa daquilo que você deixou de fazer, senão cada um de nós seriamos defunto à muito tempo. Deus não age assim, mas o Senhor tem um propósito e naquele momento é difícil de avaliar. 
Meus irmãos quem entendeu um pouco de liberdade tem que se conhecer de escravidão, se conhecer profundamente e ver o sistema de morte que existia, e é interessante que no projeto de Deus para aquele povo o Senhor chamou a atenção para alguns fatos, mas um em especial que o Senhor diz assim: “Eu quero que vocês façam uma coisa, Eu vou estender a minha mão e vou ferir o Egito mas ao mesmo tempo vou dar graça a este povo aos olhos do egípcios, vocês vão sair, vai sair a  mão de obra deles, a produção de tijolo mas eles vão ficar felizes, a tal ponto que vocês vão pedir a eles ouro, prata, vestidos, enfim vocês vão pedir o despojo eles vão honrar vocês, e quando vocês baterem nas portas pedindo ouro, prata, vestidos, eles vão dar”. E eles foram ao seus vizinhos atendendo a ordem do Senhor e eles receberam, e mais afrente você encontra o Senhor conversando com eles sobre uma coisa muito importante e o Senhor começa a ensinar a cada um deles o porque naquele momento o Senhor tinha dado aquilo tudo. Porque em um dado momento o Senhor quer ver o saldo devedor e o Senhor diz a Moisés: “Fala ao povo de Israel que me tragam uma oferta alçada”, de todo o homem cujo o coração se mover voluntariamente dele tomareis a minha oferta alçada.
Alguém poderia dizer: mas Ele é o dono do ouro e da prata e agora Ele tem que me pedir como oferta? Como pode ser isto? É que na verdade o Senhor esta requerendo voluntariamente na definição do coração aquilo que Ele mesmo teria dado para aquele povo. E por que Deus queria aquilo? Acaso Deus precisava de ouro, de prata, de linho; absolutamente, Deus disse assim: “Eu quero isto para que vocês façam um santuário para Eu habitar no meio de vós” Eu habitarei no meio daquilo que me foi ofertado voluntariamente como oferta alçada.
E quando o Senhor faz isto Ele dá uma explicação “Eu vou habitar naquilo que me for ofertado voluntariamente, e quero que façam tudo conforme o modelo”. O Senhor chamou a Moisés e disse: “Quero que você faça tudo conforme o modelo que te mostrei no monte”.
Quando Moisés desceu do monte ele desceu cheio de cartas enroladas debaixo do braço? Ele chamou os irmãos abriu os papeis e disse: “Aqui está o tabernáculo” e mostrou em uma planta o pátio, o tabernáculo e etc.? Imagine você como Moisés pode guardar tantos detalhes em sua mente, já que era um grande projeto e era com riqueza de detalhes, e com algumas medidas bem pequenas, e tudo isto com as suas especificações técnicas das mais variadas, tudo conforme o Senhor mostrou.
Ali estava Moisés escrevendo uma coisa que para nós é fundamental, ele não tinha uma planta escrita, nenhum risco feito, nenhum arquiteto fez aquilo para ele.
Alguns chamam Deus de “O arquiteto do universo”, isto é uma comparação grotesca, hedionda e miserável que o homem poderia colocar com Deus. Comparar Deus com as coisas humanas é a coisa mais miserável que o homem poderia fazer; isto é cercear o poder daquele que é onisciente, onipotente e onipresente, é colocar Deus em um quadradinho, e muita gente acha que O agrada colocando títulos humanos em Deus.
Aquele povo estava aprendendo uma coisa que nós hoje sabemos muito bem, que eles não fariam nada para o Senhor e que Deus o aceitasse se isto não fosse por revelação. Deus não aceitaria nada do que eles fizessem se não estivesse estabelecido dentro de um projeto de Deus, e eles não alcançavam isso se não fosse por revelação, porque a razão deles em nenhum momento projetou qualquer medida, qualquer instrumento ou qualquer utensílio, nada do que foi feito era um projeto da mente do homem, mas tudo aquilo estava colocado no coração do Senhor, e o Senhor só queria isto para uma finalidade: “Levantarei o santuário e habitarei no meio de vós”, e este era o único motivo por que Deus queria a prata, o ouro, especiarias. O Senhor deu tudo isto a eles, para que no momento certo pudessem ofertar isto ao Senhor segundo aquilo que o Senhor havia mostrado.            
Hoje estamos fazendo a mesma coisa que aquele povo fez no passado, o Senhor diz: “Vou dar a vocês para que vocês façam tudo conforme o meu projeto, para que vocês possam me ofertar”. 
Podemos agora conversar um pouco sobre dons espirituais; quando você recebe da parte do Senhor um dom, você recebe aquilo que por misericórdia o Senhor deu de graça a você. E o Senhor quer que este dom seja aplicado conforme o modelo, a orientação que Ele tem dado a sua igreja.
O dom espiritual é a vela que o vento do Espírito move para fazer o barco andar. O dom espiritual mais para frente vai cair em desuso, e se não mantiver-mos a doutrina que estabeleça dentro do projeto aquilo que o Senhor deu, e traga  a Ele voluntariamente, nós estaremos no mesmo rumo de todo o mundo que pegou o dom e acabou com ele, ou com o medo de usar ou com o uso incorreto, ou até com medo de que o corpo trouxesse as reações de Deus, pois o corpo depura todas as coisas, o corpo ajustado depura; eu posso ser a pior pessoa que está aqui, mas o corpo vai depurar este assunto, e no tempo necessário e no momento certo.
Estão se o meu ministério não vai bem, o corpo vai depurar, se os dons não estão sendo bem usado, o corpo vai mostrar, se o ministério não esta bem ajustado o corpo vai mostrar; então o corpo depura tudo.
A grande tentativa de cerceamento nesta última hora é esconder os dons do corpo, porque se escondendo  do corpo, tirando os dons do corpo a liderança fica com os dons – se é que eles (os dons) existem por lá – eles vão colocar dentro de um sistema particular, e o dirigente vai dizer que Deus mostro, que Deus falou e todos vão se calar pois o corpo não vai depurar.
O Senhor quer que fique estabelecido definitivamente o entendimento sobre o que eu tenho que trazer daquilo que me foi dado.
O culto profético só é estabelecido quando esta dentro das normas do tabernáculo das orientações que o Senhor deu, se hoje eu não trago sinais de casa para o culto, eu estou desobedecendo a uma orientação do Senhor. Mas eu não tenho dons; você precisa por em ordem a sua fé a sua definição de vida e exercitar. Na sua caminhada o Senhor colocou tudo ao seu dispor, no momento  em que você foi liberto do Egito e Faraó não é mais o seu Deus e se o Senhor é o seu Rei, o seu Deus, você passa a buscar o batismo com o Espírito Santo, e no momento em que você é batizado com o Espírito Santo os dons são concedido.
Se você tem 1 dom ou os 9, é apenas uma questão de quantidade e aí as pessoas começam a humanizar e começam a escolher os dons, querendo as vezes os 9, ou querendo este e não querendo aquele, você começa a quantificar quando não há um sentido pratico nisto e o desejo do servo deveria ser de dar ao Senhor voluntariamente somente aquilo que recebeu d'Ele, e pedir ao Senhor que acrescente isto ao seu coração para que possa se útil ao corpo. Mas se eu almejo, se acho mais bonitinho, se for por que eu gosto, se achar mais interessante  já estou começando a humanizar, e começo a ditar naquilo que não é meu, e aí  saio apenas de uma coisa que se chama revelação.
Quando Moisés subiu ao monte disse para cada um trazer a sua prata e o seu ouro, tudo o que ele ganhou lá no Egito do seu vizinho ele vai trazer agora como oferta alçada para o Senhor, e quando olhamos para isto, precisamos caracterizar o que o Senhor quer, e o Senhor quer um corpo unido que vai depurar, e entender que para cada dom há um juízo, ou na falta de aplicação ou no erro da entrega. 
Nós perdemos um dom, quando no culto público começamos a ler o sinal literalmente, pois não é isto que o Senhor quer que se faça, o Senhor quer que haja o discernimento, basta apenas entregar o discernimento – o Senhor mostrou isto! – e deixa o Espírito Santo falar aos corações; agora é preciso que haja o retorno disto, pois se o Senhor disse que tem uma senhora que tem isto e aquilo nós queremos identificar esta senhora, se ela foi atendida aqui ou ali, o certo é que ela tem que estar na igreja, pois o Senhor mostrou – este é o juízo sobre o dom.
Há uma necessidade de olharmos isto como dado pelo Senhor e não tenho o direito de falhar. Você pode pensar que é melhor não ter dons, pois será mais um problema que vai arrumar, e mais uma reocupação; mas se você não tem, você esta fora de uma revelação, se tenho dons incompletos, preciso estar diante do Senhor com súplicas, com orações, com jejuns e não sair da presença d'Ele enquanto este dom não for completo na minha vida.
Quem deve trazer os dons de casa? Deve partir dos diáconos, dos membros do grupo de intercessão, das senhoras que estão à frente. E quem é que tem que falar línguas estranhas na igreja (olha se esta pergunta é cabível)? Todos tem que falar línguas estranhas, todos tem que profetizar, todos tem que interpretar línguas; e as vezes se atribui isto ao pastor ou ao diácono mas tudo que fica restrito a um ou dois vai tender ao erro, e seja lá que for. Então se for o pastor quem faz tudo, quem gerência tudo, quem mando em tudo, se eu não ouvir um grupo, se não ouvir os sinais, se não for gerenciado pelos dons, se não for dentro do projeto do Senhor, eu estou fazendo da minha cabeça, e a tendência ao erro é muito grande, e o corpo como eu já disse depura tudo, ele acerta tudo, o corpo põe para fora tudo aquilo que é ruim, e a primeira coisa que sabemos quando algo não vai bem na vida de uma pessoa é que o corpo começa a depurar.
Há pessoas que reclama que ninguém fala com ela, e isto é natural pois se você não conhece a pessoa você não tem assunto para conversar, e ela precisa ir conquistando o seu espaço, e as pessoas não compreendem isto, mas elas são atendido com carinho.  Porém os irmãos que são mais espirituais procuram no meio da congregação aquelas pessoas que estão  começando agora para estar juntos com elas, e deixam os seus grupinhos – porque na verdade nós temos os nossos grupinhos.
O Senhor quer que haja hoje uma depuração disso e que haja um retorno daquilo que Ele deu. Quando você entrar na casa do Senhor, traga o seu louvor, a sua gratidão, a sua oração, a sua intercessão, o dom, porque quando você traz isto você esta trazendo aquilo que o Senhor te deu e você devolve voluntariamente em glorificação, em vida, em santidade, em vida no altar, em poder no uso dos dons, em poder para orar, você traz isto  voluntariamente porque isto é  o que vai edificar a casa do Senhor.  
Que nós possamos trazer voluntariamente aquilo que o Senhor nos deu, o louvor; e ninguém precisa perguntar que dom você tem, mas que cada um de nós saiba  a responsabilidade, porque  a igreja fiel vai subir conhecendo tudo dos sinais, não vai precisar dizer que é hoje ou amanhã porque a igreja fiel vai saber direitinho a hora do seu arrebatamento o Senhor vai mostrar a cada um exatamente como vai ser.

Gloria a Jesus !!!!!

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