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Série de Estudos Sobre a 5ª Medida

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

DEIXANDO AS COISAS DE MENINO

“Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.” (I Co 13.11).
DEIXANDO AS COISAS DE MENINOAs atitudes de criança não devem prevalecer até a fase adulta, inclusive as meninices, principalmente no sentido espiritual, no qual devemos crescer na graça e no conhecimento de Deus, para termos uma base sólida. É essencial buscar um aperfeiçoamento progressivo na vida material e espiritual. O Apóstolo Paulo, no texto em foco, faz uso da figura de uma criança apresentando seus sentimentos e atitudes, para nos mostrar a necessidade do crescimento cristão.
I. Imaturidade
A imaturidade gera instabilidade em todos os sentidos da vida.

Paulo conclama os cristãos para uma verdade espiritual: deixar as coisas de menino para se aperfeiçoarem no conhecimento de Cristo e na edificação do corpo (Ef 4.14; I Co 14.20; Hb 13.9). Os imaturos não estão habilitados a enfrentarem as dificuldades da vida, e defenderem a verdade, por isso todos os cuidados devem ser tomados para que os cristãos sejam levados a um crescimento saudável, capazes de discernirem as coisas. Embora os crentes daquela época houvessem sido ensinados há tanto tempo, eles ainda não haviam desenvolvido fundamentalmente a sua fé, nem tido o conhecimento necessário para que eles pudessem ensinar a outros (Hb 5.12-14). Por eles serem tão frágeis espiritualmente, precisavam aprender os primeiros rudimentos, comparado ao leite falado por Paulo, e não o alimento sólido. As crianças preferem a emoção, enquanto os adultos preferem a instrução, entretanto devemos entender que não existe lugar para imaturidade constante na vida do cristão (I Co 14.20). 
Os discípulos eram imaturos para compreender as verdades espirituais, por isso, Jesus utilizava-se de parábolas. Eles demonstraram imaturidade desejando alcançar algo que não lhes pertencia. No entanto, Jesus tomou uma criança, pôs no meio deles e mostrou-lhes a quem deveriam ser semelhantes. “É muito fácil perdermos nossa perspectiva eterna e competirmos para alcançar promoções ou posições na igreja. Mas é difícil nos identificarmos com as “crianças”, pessoas fracas e dependentes, sem qualquer status ou influência.” (Mt 18.3,4).
II. Maturidade
A maturidade gera estabilidade, ela se desenvolve no crente através do alimento sólido da palavra de Deus; somente assim o cristão terá a capacidade de enfrentar as dificuldades vividas no evangelho. Paulo enfatiza que os crentes de Corinto deveriam estar firmes e constantes, sempre abundantes e certos das recompensas divinas, pois, essa certeza gera estabilidade (I Co 15.58). É uma maneira de enfrentar quaisquer obstáculos sem retroceder (I Pe 3.14). Paulo também escreveu aos Romanos a respeito da sua firmeza no evangelho, dizendo: “Quem nos separará do amor de Cristo? a tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?” (Rm 8.35-39). Esses exemplos apenas confirmam o que ele havia falado anteriormente (At 21.10-13; 20.24). “Porque a vós vos foi concedido, em relação a Cristo, não somente crer nele, como também padecer por ele.” (Fp 1.29).

Considerações finais
É importante manter a estrutura espiritual, de forma que venhamos banir a imaturidade em nossas vidas. Paulo foi enfático em suas pregações, e nós devemos receber e tomar como exemplo tais instruções, compreendendo que dentro do contexto espiritual devemos desenvolver todas as nossas tarefas na obra de Deus, sem, contudo usar de meninices ou sermos incoerentes aos ensinamentos de Cristo (2 Pe 3.18). 

Pr. Elis Clementino, Itapissuma/PE

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