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terça-feira, 8 de dezembro de 2015

A ASCENSÃO DO SENHOR JESUS

A ASCENSÃO DO SENHOR JESUS
At. 1:11 – Os quais lhes disseram: Varões galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir.

Naquela páscoa, o Senhor padeceu, foi crucificado e morreu por nós.
Jo. 12:24 -  O Senhor Jesus fala de Si mesmo como o grão de trigo que morre para dar muitos frutos.

Na manhã do terceiro dia Ele ressuscitou!

Apesar de haverem sido previamente avisados da morte e conseqüente ressurreição de Jesus, ao terceiro dia, a esperança daqueles que o tinham seguido até ali se havia enfraquecido sensivelmente, pois eles permaneciam em Jerusalém, escondidos, com medo dos judeus. (Lc. 24:6,7)
Não é de estranhar que assim procedessem, levando em conta os efeitos produzidos no espírito de todos pela tristeza. (Jo. 16:20 e 22)




Jesus ressuscitou e apareceu aos seus discípulos em dez ocasiões diferentes, num período de quarenta dias. (I Co. 15:4-7)

  1ª) Às mulheres quando foram ao sepulcro. (Lc. 24:11)
  2ª) A Pedro. (Lc.24:34)
  3ª) Aos dois discípulos que iam no caminho para Emaús. (Lc. 24:13-33)
  4ª) Aos dez discípulos. Tomé estava ausente. (Jo. 20:19)
  5ª) Aos onze discípulos. Tomé estava presente. (Jo. 20:26)
  6ª) A alguns deles junto ao mar de Tiberíades – A grande pescaria. (Jo. 21:1)
  7ª) Aos onze discípulos no monte, na Galiléia – A grande comissão. (Mt. 28:16)
  8ª) A mais de quinhentos discípulos. (I Co. 15:6)
  9ª) A Tiago. (I Co. 15:7)
10ª) A todos os apóstolos, em Betânia - A ascensão. (Lc.24:50-53)

Por que Jesus esteve este período com os seus discípulos?

Este período era necessário para preparar os discípulos para fazerem a Obra.

Há alguns motivos específicos para esta permanência do Senhor Jesus por quarenta dias depois da sua ressurreição:

No aspecto geral, do corpo:

1º) Era preciso que eles tivessem provas amplas acerca da Sua ressurreição. Eles precisavam estar plenamente convencidos de que a morte de Jesus era necessária, era profética, e que tivessem autoridade de anunciar que Jesus morreu, ressuscitou, que estava vivo e que ia voltar da mesma maneira que foi assunto aos céus. (At. 1:11)
Esta era a mensagem que a Igreja primitiva ia pregar e eles tinham que estar seguros naquilo que iam dizer ao mundo.
No cumprimento das Escrituras, que falavam da morte e da ressurreição de Jesus, eles tinham a prova do início de uma nova dispensação.
Esse conhecimento só viria com a morte e conseqüente ressurreição do Senhor Jesus.
As experiências que eles viveram neste período os levaram a crer que o Senhor Jesus está vivo eternamente; em Espírito, mas sempre junto deles.
Deste modo, eles poderiam ir mundo afora proclamar o Reino, anunciar a Jesus como o Filho de Deus glorificado, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, que veio como homem para morrer por nós e nos dar a Salvação.
O apóstolo João descreve a vida de Jesus neste mundo, colocando em evidência a sua natureza divina, como o Verbo que se fez carne, sem esconder a sua natureza humana.

No aspecto individual, de cada membro:

1º) As mulheres – Elas esqueceram o que Jesus havia dito sobre a sua morte e ressurreição (Lc. 24:6,7) e levaram especiarias para passar no corpo morto do Senhor.
Quando viram a Jesus vivo, elas creram e foram dar a boa notícia aos discípulos. 

2º) Os apóstolos – Eles não creram que Jesus havia ressuscitado (Lc. 24:11). Pedro foi ao sepulcro e quando viu que só estavam os lençóis, ficou admirado (Lc. 24:12).

3º) Os dois discípulos no caminho de Emaús – Eles consideraram que Jesus estava definitivamente morto. Jesus chamou-lhes a atenção: Ó néscios, e tardos de coração para crer tudo o que os profetas disseram!
Quando chegaram à aldeia, Jesus ia prosseguir a caminhada, mas eles pediram que ficasse.
Jesus se revelou a eles no partir do pão. E voltaram para Jerusalém e deram a boa notícia aos onze apóstolos e ficaram com eles.

4º) Tomé – Ele não estava com o grupo quando Jesus apareceu onde moravam.
Jesus se colocou no meio deles e disse: Paz seja convosco.
Jesus deu-lhes a paz porque todos estavam com medo dos judeus, todos estavam escondidos, com as portas fechadas.
Jesus mostrou-lhes as marcas da sua crucificação e todos se alegraram porque Ele estava ali.
Quando Tomé chegou, todos contaram a boa notícia e ele não acreditou e disse que só acreditaria se tocasse no Senhor.
Oito dias depois, Jesus veio e Tomé acreditou. 
Ele diz: Senhor meu e Deus meu! – Tomé acreditou na natureza divina de Jesus.

5º) Pedro – Ele havia negado a Jesus por três vezes porque temia que o matassem também.
Pedro precisava, mais do que todos, crer que Jesus estava vivo porque ele necessitava pedir perdão ao Senhor por aquilo que tinha feito. Tinha que ser uma conversa em particular porque o Senhor Jesus não expõe o servo.
E quando Jesus aparece aos discípulos no mar de Tiberíades, depois de jantarem ali, Ele faz uma pergunta a Pedro: Simão, filho de Jonas, amas-me mais do que estes?

Por que Pedro deveria amar a Jesus mais do que os outros?
Lc. 7:41-43 – Certa vez Jesus vai à casa de Simão, o fariseu, e uma mulher pecadora unge os pés do Senhor. Simão debocha de Jesus e Ele lhe propõe uma parábola. 
E a mensagem da parábola era: Aquele que deve mais e é perdoado, deve ser mais grato ao credor que perdoou a sua dívida. 
Pedro havia negado o Senhor, ele havia negado toda aquela convivência com Jesus, ele tinha negado a sua eleição, o seu chamado.
Como Pedro negou três vezes, Jesus agora faz essa mesma pergunta por três vezes.
Diz a Palavra que Pedro se entristeceu porque Jesus lhe perguntou se ele o amava por três vezes. Podemos imaginar a tristeza que o Senhor Jesus sentiu, no meio de todo aquele sofrimento, vendo Pedro lhe negar por três vezes.
Pedro precisava ter essa conversa com o Senhor. Ele pensou que nunca mais teria a oportunidade de pedir perdão ao Senhor, ele pensava que o Senhor estivesse morto.
Agora o Senhor dá esta oportunidade a Pedro.
Todos os dias, a qualquer momento, o Senhor nos dá oportunidade de pedir perdão a Ele. Cada vez que nós pecamos e estamos conscientes de nosso pecado (assim como Pedro sabia que ia negar a Jesus e não fez nenhum esforço para que não acontecesse), devemos ter esta conversa em particular com o nosso Senhor. E Ele certamente nos perdoará. 

A ascensão do Senhor Jesus 

Por que era necessário que Jesus voltasse para a Eternidade?

1º) A vinda do Espírito Santo 
Quando Adão e Eva pecaram, houve uma conversa entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo lá na Eternidade a respeito da salvação do homem que havia pecado e perdido o direito à vida eterna.
Cada uma das três Pessoas da Trindade teria uma parte na execução do projeto para a salvação do homem:
O Pai – Enviar o seu Filho Unigênito, ressuscitá-lo e levá-lo de volta para a Eternidade. 
O Filho – Vir ao mundo como homem, ensinar acerca do Reino, padecer e morrer na cruz para salvar o homem, e se revelar como o Filho de Deus que venceu a morte.
O Espírito Santo – Preparar a Igreja que Jesus estabeleceu no Seu ministério e levá-la ao encontro do Senhor no dia do arrebatamento.

O Pai tinha feito a sua parte do projeto. Jesus também tinha feito a sua parte. 
E Jesus diz: Todavia digo-vos a verdade, que vos convém que Eu vá; porque, se Eu não for, o Consolador não virá a vós; mas se Eu for, enviar-vo-lo-ei. (Jo. 16:7) 
Era preciso dar continuidade ao projeto. Agora era a vez do Espírito Santo começar a fazer a parte dele – Preparar a  noiva para as bodas do Cordeiro.


2º)  Preparar uma morada para nós
Jo. 14:2 – O Senhor Jesus foi preparar um lugar para cada um dos seus servos na cidade santa, na Nova Jerusalém, na cidade eterna.
Jo. 14:3 - Estas moradas serão ocupadas definitivamente por nós quando formos arrebatados – E, se Eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde Eu estiver estejais vós também. 

3º)  Interceder como Sumo Sacerdote
É o clamor pelo sangue de Jesus. 
O Senhor Jesus mostra ao Pai as marcas do seu amor pela Sua Igreja, que são as marcas do seu sacrifício.
Jo. 14:6 – Disse-lhes Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim.
Jesus é o único mediador entre o Pai e o homem.

4º) Acompanhar a Igreja na sua Trajetória
Mt. 28:20b – E eis que Eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos.  Amém.
É a nossa experiência diária. A presença de Jesus no nosso meio.

5º) Coroar os vencedores
Ap. 2:10b – Jesus nos dará a coroa da vida. Estaremos salvos para sempre.

 A volta do Senhor Jesus

A hora é desconhecida – Mt. 24:36 – Ninguém sabe o dia e nem a hora que acontecerá o arrebatamento da Igreja.
O projeto de salvação está em andamento, está na fase final de execução.
O Pai sabe quais são aqueles que vão aceitar a salvação oferecida pelo seu Filho Jesus. O Espírito Santo está trabalhando, convencendo o mundo do pecado, da justiça e do juízo. (Jo. 16:8) 
O número de salvos tem que ser completado e isso vai depender de nós, a Igreja.
Enquanto isso não acontecer, a Igreja não subirá, porque o corpo inteiro tem que subir junto.
Se o nosso trabalho de evangelização for eficiente, nós subiremos logo.
Vai depender de nós, do nosso trabalho de evangelização. Se não tivermos pressa, vamos continuar aqui até que o número de salvos seja completado. – É o Ide.
Mt. 28:19,20 – Portanto ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo.
Ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos. Amém.

É iminente – Ap. 3:11 – Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.
Os sinais proféticos estão-se cumprindo cada vez mais rápido. A Igreja acompanha com alegria a cada acontecimento. O mundo não sabe, mas a Igreja tem aguardado a volta do Senhor Jesus. Cada dia que passa, é menos um dia que teremos que esperar pelo Senhor.
A Igreja primitiva pensava que Jesus voltaria por aqueles dias. Então Paulo esclarece que antes teria que vir a apostasia - abandonar o Senhor. (II Tes. 2:2,3)

Será repentina e inesperada – Assim que o último salvo disser que aceita o Senhor Jesus como seu Salvador, a Igreja será arrebatada.
Cada um de nós deve estar permanentemente numa posição que seja agradável ao Senhor, numa posição de constante vigilância porque aquele que veio para roubar, matar e destruir não dá trégua e está sempre pronto a atacar.
Ela será inesperada para aquele que não vigia. Nós devemos ter o entendimento de que o Senhor Jesus pode voltar no segundo seguinte, em cada abrir e fechar de olhos. 

Será para os santos – Vamos encontrar o Senhor nos ares, nas nuvens.
Êx. 13:21 – I Rs. 8:10,11 - Mt. 19:5 -  A nuvem (Shekinah) representa a Glória de Deus. 

André Galamba- RJ

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