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terça-feira, 27 de outubro de 2015

O POÇO E A FONTE

O POÇO E A FONTE
A mulher samaritana foi buscar água e encontrou Jesus. Momentos de necessidade podem ser oportunidades de experiências com Deus. O texto de João 4 fala sobre três tipos de sede, física, emocional e espiritual, relacionadas às três partes integrantes do homem: corpo, alma e espírito. A mulher buscava satisfação na água do poço, em vários relacionamentos conjugais e numa forma religiosa de adoração, até encontrar a fonte de água viva: Jesus.

Apesar do problema conjugal da samaritana, Jesus não transformou aquele encontro num momento de aconselhamento sentimental. 
Não podemos negar nossas necessidades físicas e emocionais, mas a fonte da nossa felicidade é o Senhor Jesus. A verdadeira alegria não vem das coisas materiais. É possível ser feliz andando de ônibus e estar deprimido no jatinho particular, mas com Jesus somos sempre felizes, quer sejamos solteiros ou casados, empregados ou patrões, ricos ou pobres. 




Passando pelo assunto da água e dos maridos, Jesus conduziu a conversa para o tema mais importante: a espiritualidade, o relacionamento com Deus. O resto seria consequência. 
A religião nos faz preocupados com lugares sagrados, objetos e aspectos formais do culto, mas a espiritualidade relaciona-se à essência, ao contato com o Pai, em espírito e em verdade. Religiosidade é uma lâmpada. Espiritualidade é luz. Religião produz muito trabalho, semelhante ao esforço para tirar água do poço. A verdadeira espiritualidade produz santidade, um modo de vida agradável a Deus, fazendo sua água viva saltar do nosso interior. 
A verdadeira vida espiritual está vinculada ao conhecimento da pessoa de Jesus. Em pouco tempo, aquela mulher passou por vários estágios de conhecimento:
1-Começou reconhecendo que Jesus era um judeu (v.7).
2-Desconfiou que ele pudesse ser maior do que o patriarca Jacó (v.12). 
3-Disse que Jesus era profeta (v.19). 
4-Creu que ele é o Cristo, o salvador prometido (v.25,29). 
Buscamos satisfação em tantos poços, mas Jesus é a fonte da água viva. Se já o conhecemos, mas ainda nos sentimos espiritualmente fracos, é porque talvez não estejamos bebendo da água que ele nos oferece. A fonte é inesgotável. Se não estamos saciados, o problema não está na fonte, mas no recipiente. A água flui em quantidade suficiente para encher um copo, uma jarra, um balde, um barril, um caminhão pipa ou uma fila deles. A intensidade da nossa busca determina o quanto receberemos. Busque ao Senhor por meio da oração, do jejum e da leitura bíblica. Precisamos buscá-lo não apenas para saciar a nossa sede e suprir nossas necessidades, mas para sermos lavados, purificados. O propósito de Deus é que sejamos cheios da água viva, cheios da sua palavra e do seu Espírito Santo. Em seguida, virá o transbordamento, ou seja, seremos canais da graça e da unção do Senhor para abençoar outras pessoas. A água viva que Jesus nos dá torna-se um rio que flui. Poços podem ser entulhados, mas nada pode deter um rio. Assim, o poder do Senhor fluiu através da samaritana que, deixando o cântaro, foi pregar na cidade. Deste modo, o cristão torna-se uma influência transformadora para sua comunidade, povo e nação.     

PR. Juarez
Três Rios- RJ

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