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quarta-feira, 1 de julho de 2015

JESUS O MESTRE DA VIDA

“Disse-lhe Jesus: Maria! Ela, voltando-se, disse-lhe: Rabonni - que quer dizer Mestre -” (João 20:16)

Introdução:

No decorrer da nossa curta existência, aprendemos a nos aperfeiçoar de duas formas: Com as lições que a própria vida nos oferece, ou em salas de aulas, com vários professores, mestres, e doutores de diferentes ciências. Todavia, as coisas do Espírito Santo de Deus, aprendemos com experiências pessoais com Deus ou através do ensino da Palavra, onde constatamos que o Senhor Jesus é, acima de tudo, o Mestre dos mestres. Seu ensino é muito superior porque é profético – vem da eternidade - revestido com a autoridade e o poder conferidos por Deus. Por isso, sua vida, seus atos de justiça, praticados em prol da humanidade, dispensam aperfeiçoamentos ou atualizações, face, sobretudo, à não existência de  mudança, nem sombra de variação alguma. Diferentemente daquilo que é o ensino secular, ministrados por homens.


Desenvolvimento:

Lemos no texto acima, que Maria Madalena estava chorando, porque, – segundo seu entendimento - havia sido retirado o corpo de Jesus da sepultura para um lugar ignorado por ela. A despeito de ter ouvido os ensinos, presenciado inúmeros milagres, seu entendimento não conseguiu ir além da cruz e sua vida, naquele instante, estava marcada com os elementos da morte. Sua alma estava profundamente ferida.

Geralmente, essa concepção parte daqueles que não compreendem o significado da vinda de Jesus a esse mundo. O homem que não reconhece que JESUS ressuscitou, dos mortos, tem sua vida marcada pelos elementos componentes daquilo que é gerado pela própria morte, ou seja: tristezas, frustrações, choros, abatimentos, decepções, desesperanças. A razão humana não consegue ver que JESUS é  autor e consumador da Vida.

 Maria buscava, inutilmente, o que Vive, entre os mortos. O verdadeiro significado  da missão de Jesus na face da terra, ela havia esquecido, o desespero tomara conta do seu coração. Ignorou que a morte jamais poderia deter aquele que é eterno. Entretanto, o Senhor Jesus dá-nos o ensino que jamais abandonará aqueles a quem ama, mesmo que se encontrem perdidos e desorientados, como Maria estava. Ele começa um diálogo  chamando-a, em princípio, de mulher. Acrescentando a seguinte pergunta: a quem buscais? Maria buscava evidentemente um corpo morto – material – carecendo mesmo que morto, de cuidados dos homens. Decididamente sua tentativa seria com de fato foi, inútil.

 Mas bastou uma palavra do Mestre e tudo mudou. Ele disse: “Maria!”. Após ouvir seu nome, pronunciado com autoridade e carinho, Maria apenas exclamou: Mestre! Foi o suficiente para despertar a chama que ali havia. Deve ter pensado, naquela ocasião: Ele está vivo, ressuscitou, cumpriu sua promessa, a alegria tomou conta do seu coração, pois somente o Mestre dos mestres, conhece aqueles que são Seus, sabe das nossas aflições, o nosso nome verdadeiro e vem ao encontro das nossas necessidades.

Conclusão:

 Com uma só Palavra, Jesus restaurou a eternidade na vida de Maria – Agora, ela reconheceu o Jesus Vivo, Vitorioso e Glorioso. Sua visão espiritual foi restaurada, bem como sua fé e esperança no amanhã.

 JESUS revelou sua vontade a Maria e tem revelado seu plano de salvação, pela sua presença Viva em nosso meio, ou através da sua Palavra.  Ele tem nos ensinado e nos acompanhado porque somos seus discípulos. Há uma promessa dEle que estaria conosco  ensinando-nos, todos os dias, até a consumação dos séculos. Ouça nesta noite Sua voz a indagar a seu coração: Filho (a) a quem buscais?

Diácono Diego - Belo Horizonte- MG

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