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segunda-feira, 27 de julho de 2015

EÚDE O LIBERTADOR

EÚDE O LIBERTADOR
Texto: Juízes 3:15 a 23, 27 a 30

I – INTRODUÇÃO
Todas as vezes que os israelitas se afastaram do Senhor os inimigos se levantaram contra eles e prevaleciam. Angustiados e aflitos buscavam a Deus, que os abençoava, não sem que antes houvesse um acerto, no renovo da aliança já feito anteriormente. Nesta passagem de Juízes, encontrava-se Israel exatamente nesta situação, e clamou de novo e o Senhor lhes levantou um libertador. Vimos acontecer quando o povo estava no Egito e clamou e o Senhor usou Moisés para dar o livramento.


II – EÚDE – O LÍDER ESCOLHIDO
A situação do povo – Israel estava já há dezoito anos sob o domínio do inimigo, Eglom, rei dos moabitas. Sentindo o peso do jugo, pediu a Deus para liberta-lo do seu estado de miséria e escravidão. Usando de misericórdia mais uma vez com aquele povo, levantou-lhe um libertador, que estaria à frente para expulsar o inimigo e restabelecer o culto ao único e verdadeiro Deus.
Eúde o libertador – Seu nome significa “forte”, “unção”. Foi o quarto juiz de Israel. Revestido do poder de Deus, garantiu a paz ao seu povo. Não confiava na sua força física, nem em qualidades pessoais, mas na unção que recebera do Senhor quando o levantou para a grande obra a ser realizada. Teria que restabelecer a fé na palavra de Deus enfrentando um poderoso adversário.

III – EÚDE – A ESTRATÉGIA

O plano – Agora, Israel, que voltava o seu coração para Deus, receberia todas as orientações para ser vencedor. Ele mostra, quando, como, o lugar, a hora certa. Foi assim que aconteceu com Israel. Como encontrar-se com o rei Eglom? Levando-lhe um presente. Em Pv 18:16 lemos: “O presente do homem alarga-lhe o caminho e leva-o à presença dos grandes.”
A arma usada – uma espada de dois fios – com uma espada de dois fios colocada debaixo da sua roupa, junta a sua coxa direita, foi ao encontro do seu adversário. Estava muito bem armado para encontrar-se com o rei Eglom. Nós também possuímos esta arma poderosa, a palavra revelada, que “é mais penetrante que espada alguma de dois gumes, e penetra até a divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.” (Hebreus 4:12). Para enfrentarmos os nossos inimigos devemos levar esta espada de dois fios que a palavra de Deus no nosso coração (debaixo da sua roupa). Foi com esta mesma arma que Jesus venceu a satanás na tentação no deserto.
Uma palavra secreta – a revelação – Eúde levou, pessoalmente para o rei, uma palavra secreta. O lugar em que ele foi encontrar-se com Eglom estava cheio de imagens e esculturas. O adversário está sempre envolvido com idolatria, com as obras da carne (Eglom era mui gordo). Os universitários vão estar dentro das universidades em situação idêntica de Eúde. O inimigo se empenha em dominar, escravizar o homem. O servo fiel terá sempre uma palavra secreta para entregar, mas deve usar de sabedoria como ele fez. A princípio Eglom disse para ele: Cala-te. Haverá sempre uma resistência, isso acontecerá também conosco. Só depois de todos saírem do cenáculo, ficando os dois a sós, o plano pode ser executado. Quando sozinhos, Eúde levantou-se, tomou a espada e o matou e saiu-lhe o excremento. Parece-nos estranho, mas esta é a obra de libertação que Deus opera no coração do homem. É preciso matar o inimigo, para que saia o pecado e a revelação produza vida que é Jesus. É no silêncio, na paciência, na oração perseverante, muitas vezes dentro dos nossos aposentos que a obra do Senhor é realizada.

IV – EÚDE A MISSÃO INDIVIDUAL

Eu tenho uma palavra para ti – Cada jovem (universitário) tem recebido esta missão, de levar a palavra secreta, a mensagem do evangelho, a revelação, principalmente durante este mês. O exemplo deste servo corajoso, ousado (no espírito) deve ser bem aproveitado por nós.
Levando-se – Ninguém vai a algum lugar, ou levar alguma coisa para alguém, se permanecer sentado. “Põe-te de pé, e falarei contigo.” Esta é a posição do servo, da serva que Deus deseja usar. Pessoas acomodadas não tem parte nesta obra.
Então Eúde estendeu a sua mão esquerda, lançou mão da espada da sua coxa direita, e lhe cravou no ventre. Existe aqui algumas revelações para nós. Uma característica de Eúde é ser canhoto por isso estendeu a mão esquerda. A obra deve ser realizada com a participação da nossa mão e do nosso coração.
A espada sobre a coxa – a nossa caminhada em obediência a revelação.
Estender, lançar, cravar, significa – ação. A obra do Senhor é dinâmica e veloz. O servo que deseja ser um instrumento deve acompanhar esta velocidade, isto é, andar e agir na revelação do Espírito Santo. Deve haver uma entrega total da nossa vida no altar do Senhor.
O alvo correto – ventre. A espada entrou até a empunhadura. O ventre é o lugar mais interior do ser humano. O ventre é o lugar onde há mais acúmulo de gordura. A espada do espírito penetra o mais interior, até a divisão da alma e do espírito, onde são produzidas as obras da carne, que devem ser eliminadas por ordem do Senhor. Morto o inimigo, Eúde saiu e fechou as portas. A prudência, a sabedoria também são atributos do Espírito Santo, outorgados aos servos fiéis.
V – EÚDE – A VITÓRIA COMPLETA.

A convocação – No cap 3:27 e 28 lemos que ele fez uma convocação para a guerra. A buzina é só um instrumento musical para a maioria das pessoas, mas para Israel ele era símbolo de autoridade e comando. É um tipo da voz de Deus. Ela era tocada em muitas ocasiões, e em cada uma com um toque diferente, e todos instruídos previamente pelo Senhor, já discerniu o motivo. O toque de Eúde foi convocando o povo para a guerra. É necessário termos os ouvidos sensíveis à revelação para ouvirmos e entendermos o sentido exato da voz do Senhor ao expressar sua vontade para nossa vida. Há poucos dias a trombeta foi tocada no nosso arraial, convocando-nos para uma grande obra. Será que todos discerniram o toque? “Tocar trombeta” tem o sentido espiritual de anunciar o evangelho. O povo de Israel precisava ouvir mais a palavra e obedece-la para ser vitorioso.
A posição do líder – à frente. O servo do senhor foi chamado para ser cabeça e não cauda. Devemos dar testemunho fiel que possa ser exemplo para outros. Somos luz, devemos estar no velador e não debaixo da cama. O Espírito Santo é o nosso líder. Cheios desse espírito vamos estar humildemente à frente da batalha.
A fé de Eúde – não vê aparência. Os inimigos eram robustos e valentes, mas não foram temidos. Não se vence uma batalha espiritual só com robustez e valentia, com carne e força física. A fé não olha para aparência. “É o firme fundamento das coisas que não se vêem.” A fé traz a revelação e mostra aquilo que é real. Quando confiamos em Deus, não vemos os inimigos gigantes ou anões, porque os nossos olhos fitam o Senhor dos exércitos. A palavra nos garante que a nossa fé vence o mundo. E ele está cheio de adversários, começando pelas concupiscências da carne, e a nossa fé não deve ser abatida, mas agigantar-se diante de cada barreira, de cada obstáculo.
Vitória completa – não deixou escapar nenhum. Deus não realiza obra pela metade. Dez mil Moabitas foram feridos nos vaus do Jordão. Os inimigos estavam na parte mais rasa do rio. O servo do Senhor deve mergulhar nas águas profundas do espírito. Aqueles que não se aprofundam na busca da comunhão, no conhecimento de Deus, terão uma vida espiritual superficial. São acomodados, não lutam pela benção. Estas vivem mais identificadas com o adversário do que com Deus. São presas fáceis. Estando nos vaus, podem se misturar aos Moabitas e serem mortos pela espada. Não é o homem quem exclui, mas a própria palavra que os condena. “Quem crê será salvo, quem não crê já está condenado.” Eúde foi um vitorioso, cumpriu todo o projeto de Deus para sua vida.
VI – EÚDE UMA FIGURA DE CRISTO

Assim como o povo estava escravizado por Eglom, também o homem, sem Jesus, está escravizado, subjugado por satanás e o pecado. Israel não podia livrar-se por si mesmo, porque o adversário era muito superior. Toda raça humana estava sob um juízo de morte eterna, mas Deus viu a nossa angústia, atentou para nossa dor e levantou-nos um libertador, Jesus. Assim como Eúde foi levantado para livrar o povo de Israel, Jesus foi levantado na cruz para nos dar a salvação.
• Eúde – viveu em obediência a direção de Deus.
• Jesus – foi obediente até a morte e morte de cruz.
• Eúde – tinha uma palavra secreta.
• Jesus – é a própria palavra (o verbo).
• Eúde – usou a espada para derrotar o inimigo.
• Jesus – usou a espada na tentação no deserto.
• Eúde – alcançou vitória completa, libertando seu povo.
• Jesus – por sua morte e ressurreição nos garantiu a vitória, nos libertando para uma vida eterna.


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