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segunda-feira, 8 de junho de 2015

A FESTA DE BELSAZAR - A VIDA NO MUNDO

A FESTA DE BELSAZAR - A VIDA NO MUNDO
A festa de Belsazar - A vida no mundo.
Dan 5:1-4
          
           "O rei Belsazar deu um grande banquete..."
           A festa pagã de Belsazar é símbolo perfeito do mundo sem Deus, em declínio, que não se dá por avisado diante do juízo de Deus. Nela vemos o retrato da conduta repreensível vulgar no mundo e encontramos os ingredientes que compõem os manjares oferecidos ao homem dos nossos dias. Os quatro fundamentos que firmam e animam a vida do homem sem Deus, atraindo‑o aos banquetes e conduzindo‑o à morte estão nesta festa babilônica.


          Embriaga‑se com vinho ‑ O vinho (símbolo de alegria) que Belsazar bebeu com os seus grandes não foi o vinho do Espírito Santo que gera vida, mas o vinho do mundo em que há pecado sob toda forma. As festas do mundo (os atrativos, as diversões, os eventos musicais, os programas...) convidam as pessoas à dissolução, à alegria da banalidade, àquilo que é nocivo e carnal.
          
Apega‑se aos grandes ‑ A sociedade tem fabricado os seus ídolos, aqueles que aos seus olhos são tidos como grandes. E tomando‑os por modelos os trazem para animar as suas festas (os grandes acontecimentos sociais). Quantos jovens ‑ e até adultos ‑ não querem imitar os que aparecem nas televisões, nos jornais e revistas e os tomarem por modelos?
          
Traz os vasos da casa de Deus ‑ Vasos, na palavra, significam vidas humanas que são trazidas do templo (casa de Deus) para a festa (o mundo) para serem usadas nas mãos de Belsazar (adversário) para apagar o nome de Deus. Os vasos preciosos, as vidas, uma vez tirados do templo em Jerusalém, da presença do Senhor e a fortaleza da comunhão, tornam‑se presa fácil no mundo, para serem objeto de escárnio. O mundo está debochando das coisas de Deus com os lábios (palavras torpes), nos gestos (gestos obscenos), no vestir e numa mente contaminada por tudo o que é nocivo.
          
Entrega‑se à idolatria ‑ "Porquanto não quiseram o amor de Deus para se salvarem, Deus os entregou a um sentimento perverso" Rom. 1:28. Vivemos um mundo marcado pela perversão espiritual, onde o misticismo, a superstição e toda sorte de adoração a ídolos tomou lugar na prática religiosa do povo. Consulta a horóscopos, a prática de feitiçaria, a invocação de espíritos malignos, simpatias são apenas alguns dos exemplos das iguarias que fazem parte da grande mesa de Belsazar.
           Diante deste quadro assustador que configura no mundo onde a morte (o inferno) é o pago (salário) da irresponsabilidade com que atentam para os avisos de Deus, a hora do juízo de Deus não tarda sobre o impuro. No verso 5 vemos o tempo do Senhor ‑ "Na mesma hora...". Estavam ainda no calor da animação, na euforia de uma noite que não parecia ter fim, quando foram surpreendidos pela mão que escrevia na parece. "Como um relâmpago...assim será a vinda do filho do homem" Mt. 24:27‑28.
          
O semblante do rei mudou ‑ A descrição da mudança do rei nos fala de toda a fraqueza e insegurança daqueles que tem posto sua esperança na certeza deste mundo. Aquele que era o grande, o sábio e o poderoso anfitrião (os grandes astros, os políticos famosos, os grandes empresários...) revela à vista de todos, toda a sua pobreza material e espiritual (suas enfermidades, sua vida íntima degenerada...). Por certo seus súditos se interrogavam: "Onde pusemos nossa confiança?".
          
Mandou chamar os adivinhos ‑ O rei procurou apoio naquilo que já havia se revelado falido nos dias de seus pais: os sábios, adivinhos, magos, astrólogos. Não puderam fazer nada. Toda ciência e tudo o que para o rei tinha muito valor, foi considerado nada no momento do juízo. Ninguém pode fazer nada quando Deus trata com o homem.
          
O terceiro no reino ‑ O que é que o rei ofereceu àqueles que interpretassem a visão? Aquilo que tinha ‑ os ornamentos (materiais) que ostentavam as glórias de um reino que já havia acabado.
           Diante desse quadro sombrio em que vive o mundo, no qual o homem incauto torna‑se cativo no reino da Babilônia (do adversário), muitos acabam confundidos e perdem a noção da sua origem, o sentido da sua existência e rumo do seu destino. A igreja é como Daniel, conhece o dia e a hora, sabe seu passado, identifica o presente e vislumbra o futuro.

            A posição do servo ‑ Ser definido como Daniel (não o ancião, mas o jovem Daniel), "não se contaminar com as iguarias do rei". A experiência externa de Daniel era fruto de uma definição interior. Sabia que se sua escolha vacilasse, a sua fé manquejava. "Não se contaminar ‑ não comer". Era ato de todo dia e do dia todo. Não havia férias, nem feriado.


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