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segunda-feira, 27 de abril de 2015

“LEMBRA-TE: ACASO JÁ PERECEU ALGUM INOCENTE?

“LEMBRA-TE: ACASO JÁ PERECEU ALGUM INOCENTE? E ONDE FORAM OS SINCEROS DESTRUIDOS?” Jó 4:7

Introdução:
O texto se refere a Jó, a quem é dirigido duas perguntas: a primeira, acerca da inocência e a segunda, da sinceridade. Nelas estão contidos valores que são imprescindíveis para o homem que almeja ter um relacionamento de comunhão com Deus. Mas, por que isso? Porque Deus é santo e verdadeiro. O profeta Habacuque, falando acerca da essência de Deus, diz o seguinte: “Tu és tão puro de olhos, que não podes ver o mal, e a opressão não podes contemplar...”

Habacuque 1:13.
Desenvolvimento:
O homem dos nossos dias tem esquecido os valores que Deus, um dia, colocou em seu coração. O pecado tem apagado todo o bem, toda a riqueza dados a ele pelo seu criador. Só o Espírito Santo pode lembrar e trazer de volta ao coração e à mente do homem os valores da eternidade. O profeta Jeremias, em Lamentações nos diz o seguinte: “quero trazer à memória o que me pode dar esperança...” Lamentações 3:21. Nós, como Igreja fiel, não podemos esquecer a promessa que um dia nos foi feita por Jesus de que em breve voltaria para nos buscar. Os valores da eternidade permanecem vivos no seio da Igreja fiel.
 O Espírito Santo, nessa última hora, tem pressa em restaurar o coração do homem, colocando-o em comunhão com tudo o que pertence à eternidade. É preciso que o homem entenda e anseie ardentemente o revestimento que só o Espírito Santo de Deus pode e quer realizar em seu coração, e o momento é hoje, é agora.
Quando Deus criou o homem, o fez a Sua imagem e semelhança, possuidor de todas as qualidades necessárias para caminhar e viver na Sua presença. Todavia, a semelhança com Deus proporcionou-lhe também o livre arbítrio para escolher se continuaria livre com Deus ou separado Dele e submisso ao pecado: inocente ou pecador. Como sabemos, sua escolha foi pelo pecado e, com isso, perdeu a comunhão com o seu criador. Nesta nova condição o homem não tinha mais como se relacionar com Deus, estava irremediavelmente perdido. No entanto, a misericórdia de Deus e seu amor incomensurável o fizeram enviar seu filho, Jesus, para morrer na cruz em nosso lugar para que, através deste sangue derramado, todos nós obtivéssemos o perdão dos nossos pecados, fossemos resgatados da morte e das mãos do adversário, alcançando assim, mais uma vez, a condição de inocentes diante do Pai criador.
Vivemos em um mundo onde o homem, cada vez mais, se distancia da verdade, dos valores espirituais, vivendo da aparência, da hipocrisia, do engano, da mentira, do fingimento, sobretudo com objetivos e valores estritamente materiais.  A sinceridade de coração deixou de existir na vida de muitos, em todos os seus relacionamentos; não há sinceridade na relação entre pais e filhos, maridos e esposas, etc. Todavia, não é possível estabelecer uma comunhão com Deus nestas condições, só aqueles que se aproximam do Senhor com amor, retidão, inteireza de coração e que se dispõem a obedecê-lo, é que podem contemplá-lo face a face. No livro de Cantares lemos o seguinte: “... os retos te amam”. Cantares 1:4.
As perguntas dirigidas a Jó são as mesmas que o Espirito Santo dirige a cada um de nós nesta noite:
Lembra-te: acaso já pereceu algum inocente – O questionamento feito por seu amigo  Elifaz,  que em hebraico significa : Deus é sua força faz-nos  lembrar, por exemplo, de Daniel, quando lançado na cova dos leões, que não pereceu porque fora achado inocente diante de Deus. “O meu Deus enviou o seu anjo, e fechou a boca dos leões, para que não me fizessem dano, porque foi achada em mim inocência diante dele....” Daniel 6:22
E onde foram os sinceros destruídos? –E o dizer dos seus amigos: Ananias, Misael e Azarias; que se recusaram a curvar-se diante dos deuses da Babilônia e do Rei Nabucodonosor.  “eis que o nosso Deus, a quem servimos, é quem nos pode livrar; ele nos livrará da fornalha de fogo ardente, e da tua mão, ó rei. E, se não, fica sabendo ó rei, que não serviremos aos teus deuses, nem adoraremos a estátua de ouro eu levantaste. Daniel 3:17,18
Conclusão:
O nosso Deus não mudou porque ele é fiel. Assim como o inocente jamais pereceu nem os sinceros jamais foram destruídos, aqueles que foram inocentados pelo sangue de Jesus e que são sinceros diante de Deus, andando segundo a direção do Espírito Santo, não hão de ser destruído, mas preservados para a vida eterna. ”Quanto a mim eu buscaria a Deus, e a ele entregaria a minha causa; ele faz cousas grandes e inescrutáveis, e maravilhas que não se podem contar;...” Jó 5:8,9

Amém.

Josenilson Félix

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