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ESPECIAL REFORMA PROTESTANTE

terça-feira, 3 de março de 2015

ELISEU FAZ FLUTUAR O MACHADO

ELISEU FAZ FLUTUAR O MACHADO
II Reis 6: 1 - 7
    INTRODUÇÃO
            Os filhos dos profetas moravam num lugar estreito e necessitavam de um lugar mais amplo e confortável. Quando o profeta Eliseu os visitou, eles sugeriram irem ao Jordão para dali cortarem madeira para a construção de uma habitação maior. Eliseu os autorizou a isso e, ao ser solicitado, se dispôs a ir com eles para supervisionar todo o trabalho.
            Eliseu tipifica o Senhor Jesus, e Ele também deseja ver a igreja crescendo com a salvação de novas pessoas e o aperfeiçoamento dos seus servos.

DESENVOLVIMENTO
            Os filhos dos profetas representam os obreiros; aqueles que foram gerados pela Palavra Profética, os quais precisam ter uma visão de crescimento e desenvolvimento de sua habitação. Esta habitação refere-se à igreja onde estão servindo ao Senhor, ao seu Grupo de Assistência e à Obra na sua área de uma forma geral. O obreiro fiel é aquele que sempre está preocupado e trabalhando pela “ampliação” de sua igreja através do crescimento do seu Grupo, e não se acomodando com a situação de esterilidade em que se encontra. Ele deve ter a iniciativa de buscar resultados positivos no seu trabalho dentro do Projeto do Senhor, pois é isso que o Senhor espera dele. O obreiro acomodado acha normal a falta de crescimento do seu grupo e de sua igreja, ele mesmo apresenta desculpas para isso: O povo do bairro é difícil, os irmãos não têm dinheiro para irem à igreja, etc. Às vezes ele mora em um bairro onde não existe igreja da Obra e ele nem se dispõe a buscar o Senhor para que inicie uma igreja onde reside. Mas quando o obreiro se preocupa com o “lugar estreito” em que está habitando e começa a se movimentar para mudar sua realidade, ele vai perceber que sua iniciativa tem a aprovação imediata do Senhor. Foi isso que aconteceu com os filhos dos profetas.
Depois eles convidaram Eliseu para os acompanhar até o Rio Jordão para dali apanhar madeira para a construção. O obreiro precisa entender também que não pode realizar a Obra sozinho. Ele precisa da direção e da presença do Senhor para orienta-lo naquilo que vai fazer. 
            Todos vão ao Jordão e começam a cortar árvores - a obra só cresce com a salvação de vidas – o corte da madeira, a evangelização, o testemunho, o convite, a assistência, tudo isso faz parte do processo de “cortar a madeira". O trabalho de evangelização é feito lançando-se o homem por terra e trazendo-o para a igreja. As pessoas resistem ao convite - a árvore não cai sozinha - elas precisam ser convencidas pelo Espírito Santo, que está conosco, e levadas à igreja para que se convertam.

            Para realizar aquele trabalho, os filhos dos profetas usavam o machado. Ele precisava estar bem amolado e bem ajustado ao cabo de madeira, e o trabalhador precisava ter habilidade no seu uso para não machucar ninguém que estivesse por perto.
            O ferro do machado tipifica a Revelação, aquilo que é do Senhor e do seu Espírito na vida do servo, pois é a parte de ferro quem vai realmente realizar a Obra de abate das árvores. O ferro é durável e resistente, precisa estar bem afiado, ser usado com dinamismo e com cuidado, pois é emprestado.
            O cabo de madeira representa o homem que Deus usa na Obra. A madeira não é tão durável quanto o ferro, mas precisa ser resistente para suportar o esforço do trabalho - experiência e maturidade do servo. Precisa também estar bem ajustada ao ferro e ter um comprimento compatível - equilíbrio - para que o ferro não se solte e cause algum acidente.
            Se o servo não estiver bem ajustado àquilo que é do Senhor ou usar de forma errada aquilo que recebeu, ele pode causar prejuízos para as pessoas ao seu redor ou para a própria Obra, nesse caso o servo perde a bênção e a instrumentalidade, pois o Senhor atua para preservar aquilo que lhe pertence - a queda do ferro na água.

            CONCLUSÃO
            Quando isso acontece, não adianta ficar lamentando o erro simplesmente, ou colocando a culpa nos outros. É preciso que haja o reconhecimento da própria falha - mostrar onde o ferro caiu - para se recuperar a comunhão e a bênção do Senhor.

            Eliseu providenciou um novo cabo e fez o machado flutuar, e em seguida ordenou que o levantasse novamente e o tomasse na mão. O servo precisa aprender com os próprios erros, para que não venha a repetí-los novamente, ele precisa ser um novo homem, mais zeloso, mais prudente, mais sábio, com uma outra mentalidade, para que possa ser levantado e usado novamente na realização da Obra do Espírito.

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