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sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

COMO MORRIA OS CRISTÃOS NAS ARENAS DO COLISEU

Como Morria os Cristão nas Arenas do coliseu
É muito comum hoje em dia ouvir os cristãos se lamentando constantemente por suas lutas e suas dificuldades. Até mesmo nos púlpitos ouvimos quase sempre a palavra "provação".
Se estou por uns dias desempregado, é provação... 

Estou enfermo, é provação...
O irmão ou a irmã está me perseguindo, é provação...



Provação
significado: ação ou meio de pôr à prova 

Quer saber realmente o que é uma provação?
Então veja este vídeo, para ter uma pequena noção das provas que os primeiros cristãos eram submetidos por amor ao evangelho de Jesus Cristo.

Depois pergunte a si mesmo:  "e se fosse eu "?

         Embora centenas de mártires tenham partido da arena do Coliseu para o céu, poucos deles foram mortos pelas feras. Este fato é um raio de luz em meio a todos os horrores de crueldade e carnificina.

         Deus. que sabe mudar a natureza feroz desses animais que rondam por suas montanhas e desertos nativos, à caça de alimento, e transformá-los em protetores e companhias de seus eremitas, fez deles, cm vez de instrumentos da mais horrenda morte, os defensores da castidade de suas virgens, e as testemunhas da santidade de seus santos. O Criador de todas as coisas planejou que o animal irracional fosse servo do homem e. com poucas exceções, não lhe permitiu ser o executor de inocentes. 

         Uma das mais consoladoras páginas na história das perseguições aos servos de Deus é o milagre, muitas vezes repetido, de Daniel na cova dos leões. Contudo, não no silencie» e escuridão da caverna onde o jovem profeta foi jogado, mas ao sol do meio-dia, no grande anfiteatro da capital do mundo, e perante 100.000 espectadores. Os milagres foram destinados por Deus a serem os servos da verdade e os agentes da convicção. Na intervenção visível de seu poder em preservar os seus filhos da fúria das bestas no Coliseu, Deus apresentava aos pagãos de Roma uma prova incontestável da divindade do cristianismo, e uma clemência que eles não sabiam apreciar. Se os muros do Coliseu pudessem falar, relatar-nos iam algumas cenas de triunfo consoladoras, onde os mártires eram maravilhosamente preservados.

         Eusébio, que foi uma testemunha ocular de algumas dessas cenas, descreve com eloqüên­cia e sentimento como as bestas selvagens foram incapazes de causar dano aos cristãos, e voltaram-se aos pagãos com fúria destrutiva. "Às vezes", conta ele, "investiam contra os campeões de Cristo nus e indefesos, mas detendo-se como que por um poder divino, volta­vam a suas cavernas. Isso acontecia repetidamente, e despertava a admiração dos espectado­res; por exigência deles, quando a primeira fera se recusava a atacar, uma segunda e uma terceira eram enviadas contra o mártir, mas sem qualquer efeito.

         "Você teria ficado boquiaberto1", continua Eusébio, "diante da firme intrepidez daqueles santos campeões, e da fortaleza impassível demonstrada por pessoas da mais tenra idade. Podia-se ver jovens, que ainda não haviam completado vinte anos, resistirem imóveis no meio da arena, enquanto oravam a Deus com fervor, e não se retraiam de onde estavam nem mesmo quando os ursos e leopardos, respirando ira e morte, quase lhes tocavam o corpo com o focinho. Podia-se ver outros lançados à frente de um touro enfurecido, que atacava os pagãos que se aproximassem, atirando-os ao ar com os chifres, e deixando-os semimortos; mas. quando esse mesmo touro, berrando de raiva, investia contra os mártires, não podia aproximar-se deles: esgravatando a areia com as patas, arremessando os chifres de um lado para o outro, e resfolegando raiva e violência por haver sido irritado com as brasas incandescentes, o animal enfurecido era, a despeito de tudo, puxado para traz por mão invisível. E outros ainda, depois de os animais selvagens haverem sido inutilmente provocados, eram mortos à espada, e seus restos mortais, em vez de serem sepultados, eram entregues às ondas do mar" (História Eclesiástica, livro VIII). 


           As situações descritas por Eusébio eram freqüentes em todo o Império. Onde quer que se ouvisse o nome cristão, a perseguição assolava. Parecia que o Deus Todo-poderoso adotara um expediente para conferir publicidade à sua Igreja iniciante, bem como um sinal - uma espécie de selo - de divindade. Em sua misericórdia e bondade, Ele fez da perseguição uma abundante colheita de almas. Baronio menciona (ano 307) que na perseguição de Deoclécio, quando a morte violenta alcançava diariamente a casa dos milhares, vinte e cinco novas paróquias foram designadas na cidade para batizar e instruir o povo que se multiplicava sob a espada. As horrendas e execráveis barbaridades a que eram submetidos os cristãos, com o objetivo de forçá-los a apostatar. bem como impedir outros de abraçar a crença proscrita, produziam um efeito totalmente contrário.


Do livro: Mártires do coliseu



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