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sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

NATAL: DEUS CONOSCO !

Mateus 1:22-23

“Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta, que diz: Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e chamá-lo-ão pelo nome de EMANUEL, que traduzido é: Deus conosco.”

Observação: inclusões do blog em letras vermelhas.




INTRODUÇÃO

Muito se tem dito sobre o natal. Questiona-se desde a data do nascimento de Jesus, o local de seu nascimento e, até mesmo, se de fato ele existiu. Questiona-se inclusive se a data deve ser comemorada da forma que é, com troca de presentes, papai Noel, enfeites e árvore de natal.

Quanto a essas questões, cabem algumas ponderações.

De fato, é improvável que a data do nascimento do Senhor seja essa em que comemoramos o seu nascimento. Dezembro seria inverno na palestina, ocasião pouco provável para que pastores estivessem no campo cuidando de ovelhas altas horas da noite ou pela madrugada. Também a noite em uma estrebaria não seria local apropriado, dado o frio insuportável que fazia na época.

É mais provável uma data entre setembro e outubro, ou talvez março e abril. A data de 25 de dezembro foi estabelecida pela igreja católica. Era o dia de solstício de inverno, muito importante para os pagãos porque representava o início do inverno. Era o dia mais curto do ano. Em Roma, o solstício do Inverno era celebrado, muitos séculos antes do nascimento de Jesus Cristo. Os Romanos o chamavam de saturnálias (férias de inverno), em homenagem a saturno, deus da fertilidade e das plantações. Em 274, o Imperador Aureliano proclamou o dia 25 de dezembro, como “Dies Natalis Invicti Solis” (dia do nascimento do sol invencível), em homenagem ao sol reinando no espaço, acima do frio do inverno terrestre. Por volta de 350 AD, o Papa Julio proclamou que o nascimento de Jesus Cristo deveria ser comemorado no dia 25 de dezembro, pois Jesus Cristo era o verdadeiro sol, e o calor do seu amor estava acima de qualquer outra proteção.

Assim, uma data venerada em diversos cultos pagãos foi adotada pela igreja para comemoração do nascimento de Jesus Cristo.

Não temos nada contra a comemoração do natal. Se o nascimento de Cristo foi comemorado, inclusive com presentes como está posto nos evangelhos, não há razão para rejeitarmos a comemoração histórica. Presentes podem ser dados, ceias com a família, e mesmo lembrar da data como a comemoração ao seu nascimento, mesmo que saibamos que de fato Ele não nasceu nessa data. Trata-se de uma salutar tradição cultural, motivo para pensar nas grandes bênçãos do Senhor sobre todos nós, de reunir a família, de fazer um exame natural da própria história e refazer propósitos e sonhos, inclusive liberar perdão e promover reconciliações.

Deve-se ponderar, contudo, quanto à inclusão de elementos de culto pagão, como árvores enfeitadas, enfeites natalinos e a figura do papai Noel. São inclusões oriundas do paganismo, desautorizadas e mesmo proibidas pelas Sagradas Escrituras para que as aceitemos.

Também a transformação do natal em puro comércio e banquetes luxuosos e/ou regados a bebidas alcoólicas com certeza são atitudes antibíblicas, incompatíveis com a pureza e nobreza do profeta de Nazaré. Todavia, as festas de fim de ano não devem ser desprezadas, pois são boas ocasiões para evangelizar, e sua motivação nada tem de idolatria ou outras abominações.

Quanto à mensagem de que Jesus nasce em nossos corações todos os dias alerto que  deve ser rejeitada, pois o novo nascimento ocorre apenas uma vez. A semente que foi plantada em nossos corações e germinou não pode morrer a cada dia para nascer de novo, isso é heresia. Em caso de pecado ou queda, devemos pedir perdão e sermos renovados para o arrependimento. Todavia, Jesus está nascendo todos os dias no coração de alguém, só que nasce uma única vez em cada coração. Lembrar-se do dia da conversão é uma bênção, mas esse dia é único, como foi o nascimento histórico de Jesus Cristo, nosso Salvador.

Quanto ao local do nascimento do menino Jesus, dúvidas foram erigidas quanto à realização do possível censo que antecedeu ao nascimento do Senhor. Os maiores críticos atribuem o censo a uma invenção dos escritores bíblicos para colocar o nascimento de Jesus em Belém, segundo a profecia. Já renomados teólogos e historiadores argumentam não apenas da possibilidade da ocorrência do censo, mas que a ausência de vagas para pernoite e o nascimento em uma estrebaria são favoráveis à realidade de um censo sem muita preocupação com acomodação de pessoas do povo, o que era absolutamente normal para os padrões da época. Da minha parte, entendo que não haveria a menor dificuldade para que o Senhor fizesse o Seu filho unigênito nascer em Belém.

Quanto aos críticos da existência real do Senhor Jesus, não é preciso recorrer à arqueologia, história ou a outros ramos do estudo científico para respondê-los, muito embora já não restem dúvidas quanto à sua existência histórica.

Porém, basta que se analise a sua história como posta nos evangelhos para concluirmos que o mestre existiu. As passagens bíblicas acerca do Senhor Jesus são muito fortes, únicas. Trata-se de um personagem inigualável. Se fosse uma invenção, então o inventor dessas passagens seria tão sábio e poderoso quanto um Deus, seria superior a todos os poetas, escritores, profetas e sábios reunidos.

Por exemplo, as bem-aventuranças, o atire a primeira pedra, a parábola do bom samaritano, o julgamento da mulher adúltera, são todas passagens únicas, muito originais, de uma carga emotiva muito forte e real e sem paralelo na história da humanidade. São passagens demasiadamente fortes, inigualáveis e espantosamente geniais para que tenham sido criadas ou inventadas. O homem Jesus superou todos os sábios, todos os poetas que o antecederam. Suas passagens e histórias têm mais força do que tudo que se criou antes e tudo o que se seguiu após Ele. Se Ele não for real, podemos duvidar da realidade das nossas próprias vidas, porque homem algum vivenciou o que Ele viveu, criou o que Ele criou, ou mesmo teve uma história tão fascinante quanto a de Jesus Cristo.

Apenas para argumentar, personagens como Buda, Confúcio, Maomé e tantos outros não chegam nem perto da força da personalidade de Jesus, do alcance de suas palavras. O Corão, se comparado aos evangelhos, não passa de lixo. Maomé, se comparado a Jesus, é insignificante, um nada. Como disse o apóstolo Pedro, “só tu tens palavras de vida eterna”. Jesus é incomparável.

Natal é uma palavra usada referindo-se a nascimento, com o tempo quando é mencionada, se associa ao nascimento do Senhor Jesus, portanto uma data comemorada universalmente de diversas formas pelos cristãos. Seu valor histórico influenciou de tal modo o mundo, que marcou uma fase nova na relação do homem com Deus nos dois últimos milênios, tornando propício da parte de Deus o processo e oportunidade de salvação oferecida a todos os homens.

O texto do evangelho de Mateus, capítulo primeiro, versos vinte e dois e vinte e três que acabamos de ler, se refere ao nascimento de Jesus como uma prova do desejo de Deus de manifestar Sua presença no mundo.
Portanto, o Natal fala do nascimento de Jesus, e o seu verdadeiro significado está relacionado com “Deus conosco” na pessoa de seu amado filho, o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Dentre os grandes eventos narrados nas Escrituras com ênfase pelos profetas do Velho testamento relativos ao cristianismo podemos apontar, no Novo Testamento, dois destaques pontuais no projeto de Deus para a salvação do homem: o primeiro diz respeito ao nascimento do Senhor Jesus. O segundo envolve um projeto relacionado ao arrebatamento da igreja.

1. A PRESENÇA DE DEUS NO MUNDO

A Bíblia fala das muitas manifestações da presença de Deus no mundo desde a criação de todas as coisas em que Ele, como O Criador, apresentou-se dentro dos atributos do Deus Onipotente, Deus Onipresente e Deus Onisciente.
Onipotente, porque é o único que possui todo o poder;
Onipresente, porque é o único que está presente ao mesmo tempo em todo o lugar;
Onisciente, porque conhece todas as coisas.


2. O NOME EMANUEL: “DEUS CONOSCO”.

No texto que lemos em Mateus 1:22-23, a Bíblia fala agora do nascimento do Senhor Jesus como um momento no projeto de Deus que Lhe aprouve manifestar ao mundo todos os Seus atributos concentrados em uma só pessoa, que é a pessoa bendita do Seu Amado Filho, o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Jesus é o “verbo de Deus que se fez carne e habitou entre nós”. (João 1:14).


3. O CUMPRIMENTO DA PROFECIA

“Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta,”.
Os profetas eram homens que transmitiam a vontade Deus ao povo. Cumpriu-se no nascimento de Jesus a profecia de Isaías 7:14 que traduzia a vontade Deus de manifestar-se ao mundo dentro de um plano de salvação para o homem. Aprouve a Deus fazer isso executando o projeto eterno de salvação para o homem através do Seu Amado Filho. Jesus viria a este mundo e seria concebido, por obra e graça do Espirito Santo, por uma virgem de 

Nazaré da Galiléia e trazido à luz do dia para ser chamado de “Deus Conosco”.
Coube ao profeta Isaías o glorioso anúncio do nascimento de Jesus na condição de uma manifestação da vontade Deus, no sentido de que a presença de Deus no mundo fosse colocada a disposição do homem e ele pudesse se apropriar dos atributos de um Deus fisicamente presente no mundo para estar ao seu lado.


4.1 - JESUS, O DEUS ONIPOTENTE

A manifestação da onipotência de Deus se dá através da pessoa do Senhor Jesus. Jesus é o centro de todo o projeto em que Deus se relaciona com o homem.

João 1:3 – “Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez”.
Hebreus 1:3 – “(...) e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, (...);”

Jesus estava presente na criação como parte da Trindade.
João 1:1 – “No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”.
João 1:2 – “Ele estava no princípio com Deus”.

Jesus se revela à igreja como o Todo Poderoso: reeditando nEle o projeto do Pai.
Mateus 28:18 – “E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra;”.

Toda a obra criadora foi feita foi em função de Jesus.
João 1:3 – “Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez”. Rom 11:36 – “Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém”.

Não há limites na operação do seu poder. Ele é poderoso em tudo.

Mateus 20:32 – “E Jesus, parando, chamou-os e disse: Que quereis que vos faça?”

O poder de fazer o mar aquietar-se.
Marcos 4:39 - “E ele, despertando, repreendeu o vento e disse ao mar: Cala-te, aquieta-te. E o vento se aquietou, e houve grande bonança”.

O poder de trazer Lázaro para fora da sepultura:
João 11:43 -  “E, tendo dito isso, clamou com grande voz: Lázaro, vem para fora”.


 4.2 - JESUS, O DEUS ONIPRESENTE

O aspecto da onipresença de Deus é muito importante no processo da salvação, porque a salvação está relacionada com a presença de Deus na vida do homem, para caminhar com ele. Isso a Bíblia chama de Emmanuel, que significa “Deus conosco”. Ele é o Deus que se coloca junto com o homem na pessoa de Jesus e, ao fazer isso ele se revela em todos os seus atributos na obra criadora e da obra redentora. Ai está a grande maravilha do poder de Deus.

Como onipresente Deus transcende em todos os espaços da Terra. Ele não está sujeito às limitações e sua presença está em harmonia com todas as coisas. O que é transcender? É aquilo que está além do nosso nível de conhecimento. O conhecimento de Deus está muito além no nosso nível de conhecimento.

Salmo 139:7 – “Para onde me irei do teu Espírito ou para onde fugirei da tua face?”
Salmo 139:10 – “até ali a tua mão me guiará e a tua destra me susterá”.

Jesus veio ao mundo para marcar a presença de Deus no lugar mais impenetrável da vida do homem que é o seu coração. Ele fez isso curando os enfermos, abrindo os olhos aos cegos, fazendo andar os paralíticos, ressuscitando os mortos e multiplicando os pães para saciar a multidão.

O nome Emanuel dado a Jesus era a marca visível do Deus presente para salvar e curar a alma do homem libertando-a das garras do pecado. É o nome do Deus presente na Terra que veio para passar por todas as amarguras que o homem passa neste mundo e dar-lhe vitórias sobre todas elas.

Como o Deus onipresente Jesus se propõe a ocupar todo o espaço do coração do homem fazendo nele morada ao dizer: “(...) Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada”. – João 14:23.


4.3 - JESUS, O DEUS ONISCIENTE

A onisciência está  relacionada ao conhecimento que Deus tem de todas as coisas. Ele sabe de tudo o que acontece e nada escapa de seu conhecimento.
Provérbios 15:3 – “Os olhos do SENHOR estão em todo lugar, contemplando os maus e os bons”.

Salmo 139:1-2 – “SENHOR, tu me sondaste e me conheces”. “Tu conheces o meu assentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento”.

Jesus veio ao mundo para ser o único que conhece o coração do homem e suas mais íntimas necessidades.

Ele conheceu a dor da viúva de Naim quando a viu chorando pela morte de seu filho. (Lucas 7:12-13)

Conheceu o motivo da angustia da mulher samaritana que lutava com um problema dentro do seu lar e alcançou-a com a sua salvação. (João 4:16-18)

Com o seu olhar compassivo olhou para Pedro no pátio do palácio naquela hora da noite e avaliou a sua dor através do choro amargo de seu arrependimento. (Lucas 22:61-62)

Sentiu a dor do pranto dos que estavam diante do túmulo de Lázaro, expressando essa dor com lágrimas nos seus olhos. (João 11:35).

Conheceu que dele saiu virtude quando a mulher do fluxo de sangue tocara na orla de suas vestes. (Lucas 8:46)

Deus conosco é ter no coração a presença deste Jesus que conhece todas as nossas necessidades, pois ele está conosco todos os dias até a consumação dos séculos. É ter um Deus conosco.


4.4 JESUS: DEUS CONOSCO

O nome Emanuel, que traduzido é “Deus conosco”, denota uma clara preocupação do Senhor com a humanidade. Deus não abandonou o homem à própria sorte. Ele quer ver, quer participar, quer amar e, sobretudo, quer salvar. Deus almejou, através do Seu Filho, mudar a nossa história para sempre.

Nada intriga mais o homem do que ele próprio. Quem ele é, sua origem, para onde vai. São perguntas que todos fazem, que todos um dia apresentaram ao seu intelecto. Estamos sós quanto a essas questões, quanto a nós mesmos. A alma solitária sempre gritará por socorro enquanto não encontramos respostas a essas perguntas. Mas eis que sobre o povo que habitava na região da sombra da morte resplandeceu a luz. Somente Deus pode responder a essas perguntas, somente Ele é a resposta, o amigo, o irmão, o Pai, o inseparável e fiel companheiro. Ele é o guia, e não providencia apenas a direção, mas todo o sustento no caminho, como fez com o povo no deserto.

Moisés sabia que só precisava da presença dEle para vencer. Davi disse que com o Senhor ele podia vencer qualquer obstáculo, qualquer exército, qualquer inimigo.

O último inimigo a ser vencido será a morte. Jesus já a venceu, nós apenas aguardamos o cumprimento da profecia em nossos corpos mortais.

Através do Senhor Jesus, ninguém mais está só: Ele é Deus conosco, Deus está presente, entrou para sempre na vida do homem através de Jesus Cristo.


5 - CONCLUSÃO – EMANUEL: DEUS ESTÁ CONOSCO!

O Natal, portanto representa para nós muito mais que um grande acontecimento histórico, é a certeza de que, com a vinda de Jesus a este mundo, ao cumprir a profecia do profeta Isaías, o Deus onipotente, onipresente e onisciente passou agora a habitar com os homens na pessoa de seu bendito Filho, nosso amado Senhor Jesus Cristo.

Ao participar da humanidade dessa forma, temos presente algo fascinante. Deus está conosco, está presente. Não estamos sós. Há situações que não podemos contar com ninguém, que não podemos dividir com ninguém. O exemplo maior é a morte, que será sempre uma transposição solitária, exceto porque Deus estará conosco onde estivermos. No momento mais difícil sua luz inigualável estará brilhando, resplandecendo sobre aqueles que habitam na região da sombra da morte. Temos ainda que o justo juiz provou pessoalmente toda a dor do pecado, estando apto não só a perdoar, a amar, mas também a exercer o juízo. 

Ele sabe o que é sentir sede, fome, ser desprezado, chorar, alegrar-se, ter amigos, ter inimigos, ser amado, ser perseguido. Sabe o que é estar enfermo, ser preso, abandonado e ser injustamente condenado. Sabe também como é bom ter uma segunda oportunidade, como Ele providenciou à mulher pega em adultério, como ofertou ao ladrão da cruz, como concedeu ao apóstolo Pedro. Jesus é de fato inigualável, seu amor excede realmente a todo o entendimento. Só podemos contemplar, maravilhados, quão grandioso é o Senhor.

Se eu tivesse direito a um pedido, pediria para poder tocar suas vestes, como a mulher do fluxo de sangue, e sentir virtude saindo dEle para mim, pediria para ouvir sua voz e, quem sabe, recostar a cabeça junto a Ele, como o apóstolo amado fazia.

O Natal nos traz à memória o fato de que a profecia continua se cumprindo à medida que nos apropriamos desses gloriosos atributos de Deus na pessoa do Senhor Jesus, recebendo-o nos nossos corações como o suficiente salvador das nossas almas. O Seu poder em nós, a sua presença em nosso meio e o seu conhecimento das nossas necessidades nos provam o seu grande amor para conosco, na pessoa de Jesus a quem podemos chamar de Emanuel, Deus conosco.

É NATAL – Deus está conosco!

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